Sexta-feira, Fevereiro 27, 2009


[fogo nas entranhas]


O tema do especial Fogo nas Entranhas de hoje já é assunto recorrente aqui na Pastelaria, mas nunca é demais reforçar alguns mandamentos e esclarecer algumas dúvidas.


[TEMA DO DIA: O TREPÊ]





A expressão “trepê” foi criada pelas meninas do 02 neurônio e já foi incorporada no Dicionário Brasileiro da Mulher Moderna. O trepê também é conhecido como “homem da manutenção”, “pau amigo” [ou P.A], “puto” e outros adjetivos carinhosos.

Quem precisa de trepê?
Bom, precisar ninguém precisa. Mas todo mundo merece! Se você está carente, entretanto, tome cuidado. Ter um trepê é exercer a arte do desapego. Agora se tudo o que você precisa na vida é ser bem comida, trepê!

Como escolher um trepê?
Segundo as criadoras do termo o trepê “pode ser um cara que se veste meio mal, ele pode ser um amigo, ele pode ser um ex-namorado, ele pode ser até um alcoólatra. Ele não vai ser mesmo o pai dos seus filhos. Então, qual é o problema? Não dá para ser muito exigente com trepê”.

Eu particularmente não conseguiria fazer de um passante qualquer um trepê. O critério mínimo exigido é química. O trepê tem que ser aquele cara que está no Top Five das melhores fodas da sua vida.

O que esperar de um trepê?
Boa pergunta! Mais importante, porém, é dizer o que NÃO esperar dele. JAMAIS espere que ele ligue no dia seguinte, que ande de mãos dadas com você, que faça declarações de amor, e que lhe dedique exclusividade. JAMAIS!

Qual a vantagem de ter um trepê?
Como assim, Bial? Sexo de qualidade com alguém que você já tem intimidade, que sabe de cor e salteado todos os caminhos para lhe levar às nuvens, que não vai ficar fazendo joguinho, e isso tudo DELIVERY. Ligou, pediu, chegou.

Quantos trepês eu posso ter?
Ah, também não vamos banalizar o trepê, né? Um já basta, mas por via das dúvidas, deixe outro de reserva para aqueles casos em que o titular estiver viajando, doente, ou até namorando.

E quando eu arrumar um pretê, o que faço com o trepê?
Se for sério, tipo namoro ou casamento, deixe em standby, beibe. Promover o trepê a amante quebra o encanto.

MÁXIMA SOBRE PRETÊS E TREPÊS: Um bom pretê, com quem você mantenha uma boa relação, ao deixar de ser pretê, pode se transformar num trepê. Um trepê raramente vira um pretê. Por quê? Não faço a menor idéia, mas vá por mim, JAMAIS TENTE TRANSFORMAR TREPÊ EM PRETÊ. Experiência própria!


p.s.: Homenagem ao melhor trepê da face da terra, o meu! Aquele que está sempre disponível, que me atende com um singelo “e aí, bora?”, que conhece de cor e salteado cada peculiaridade do meu corpo, que me poupa o trabalho de fazer joguinhos, que não fica chateado quando é expulso da cama e da casa [mesmo que de madrugada], que me manda escovar os dentes depois que fumo, que faz eu me sentir a mulher mais gostosa e vadia do planeta, que já fez várias loucuras para ficar comigo, que nunca desiste de comer meu cu, que quer transar até quando estou menstruada [mesmo sendo mais uma desculpa para comer meu cu], que sempre insiste para eu passar a noite inteira com ele [na esperança que meio sonolenta, eu dê o cu], que já passou um creme ardido ao tentar comer meu cu [o que nos rendeu muitas gargalhadas], que me joga na parede e me chama de lagartixa... E que provavelmente nunca vai ler este texto.




MelissaG | 18:11 |
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Terça-feira, Fevereiro 17, 2009


[fogo nas entranhas]


O texto de hoje foi escrito em parceria com a Tchuri e contou com a colaboração de algumas amigas nossas. Alguns segredinhos que vocês provavelmente já estão cansados de saber, mas fazem questão de esquecer.

Update: Acabei de receber uma contribuição de um Macho de Respeito. Tá lá no finalzinho do post, imperdível!


[TEMA DO DIA: 21 DIRTY LITTLE SECRETS]





01. Cueca de algodão com elástico é broxante. O fundo frouxo dá a impressão que o cara tá cagado. É sério!

02. Sexo verbal faz parte do pacote. Sem umas frases sacaninhas, pode ter a pegada quer for... Nada mais estimulante que um "Chupa meu pau, cachorra!"

03. Ficar vidrado em filme pornô também não é o canal. A comparação com o Rocco acaba sendo inevitável. E nós não temos o corpo nem a desenvoltura da Silvia Saint. Escreva seu roteiro e guarde os pornôs para os momentos de solidão.

04. Tamanho é documento? Pau pequeno requer uma excelente habilidade oral e manual. Sabendo usar, não vai faltar.

05. Pau fino é a pior espécie. Pode envergonhar uma mulher. Vácuo!

06. Pau muito grande também incomoda, mas aí também já é reclamar de boca cheia. Literalmente.

07. Tire as meias antes de começar as atividades. A visão é meio... nonsense, digamos!

08. Se é pra cair de boca, faça com propriedade. Uma língua muito nervosa dá gastura, e você pode ficar hoooooras no sexo oral que não vai surtir nenhum efeito.

09. Ao comer o cu de uma garota, jamais espere que dali saia perfume francês.

10. Apare os pêlos. Pentelho na garganta é uó!

11. Dúvida cruel: Por que alguns caras não beijam na boca depois de gozar na boca da mulher? Nojo das próprias secreções? Eu, hein!

12. Sexo "amorzinho" é gostosinho, mas o que dá tesão mesmo é puxão de cabelo e tapa na bunda.

13. Jamais passe horas sugando os mamilos. Dóóóóóói.

14. Nós gastamos horrores com depilação, manicure, lingeries... Pague o motel. E um jantar, de preferência.

15. Tá que a gente não pode perder o rebolado, mas guys... move your body!

16. Esqueçam as paranóias com o corpo. Afinal de contas, se vocês chegaram aos "finalmente", já devem ter noção do que está por vir.

17. Usar cuspe como lubrificante não é elegante. Nem higiênico.

18. Raramente medimos um cara pela primeira transa. A falta de intimidade atrapalha. Já na segunda...

19. Ligue no dia seguinte. Para as mulheres, essa é uma das etapas mais importantes do sexo. Como dizem as meninas do Coisa Errada, é uma questão de "pós-venda".

20. Sexo nunca é ruim se chegarmos ao orgasmo.

21. A gente gosta é de beijo na boca. Língua sem rumo, beijo babado e falta de encaixe estão nas listas das piores coisas num beijo. Se o beijo é bom, meio caminho andado.


[contribuição de uma leitora]


"Tem homem que leva muito ao pé da letra aquele lance de 'SEGREDOS DE LIQUIDIFICADOR'. Mete a língua na nossa orelha de um jeito maluco. Dá agoniaaaaaaaaaaaa. Tem que ter jeitinho, ser suave..." [a leitora prefere ficar no anonimato]


[confissões de um macho de respeito]


01. Calcinha matadora? Não é porque você tá com uma calcinha de Hello Kitty que vou deixar de comê-la.

02. Sexo verbal faz parte... chamar você de vagabunda é uma delícia. Se portar como uma é melhor ainda.

03. Filme pornô é para momentos de solidão, de “cinco contra um”. Comparar é covardia. E inevitável.

04. Se tamanho for documento fudeu-se. Nunca estamos satisfeitos com o nosso. Assim como vocês querem emagrecer dois quilos, sempre queremos aumentar dois centímetros.

05. Até onde sei, o vácuo acontece em determinadas posições... Será que me enganaram?

06. Nós nos preocupamos com o tamanho do pau, vocês com o dos seios. Já perceberam que existem vários tamanhos de lábios (não os da boca) e capôs? Existem. Nos importamos? Às vezes. É questão de gosto.

07. Luz apagada é foda! Quero além de sentir o seu gosto e cheiro, VER o que estou comendo ou chupando.

08. Caia de boca também. Nada como um boquete. Só não faça como as atrizes pornô, ficar cuspindo e babando não é bacana, é nojento.

09. E engula! Faz parte do pacote. Nada de perguntar com a boca cheia o que fazer com aquilo ou fazer gozar na cama ou no chão. Quebra o clima.

10. Se brocharmos, não vai rir porra! É um momento tenso. Seja carinhosa. Uma hora acontece.

11. A floresta Amazônica que deve permanecer intacta. O mínimo de pêlos é o melhor. Toda raspadinha mostra que vc é audaciosa e como isso é bom!

12. Não vem querer enfiar o dedo no meu cu! No teu é legal. Não dizem que no dos outros é refresco?

13. Se você demora duas horas pra gozar, problema teu. Não vem nos culpar se vocÊ não conseguiu. O pau tava lá dentro. Não gozou porque não quis.

14. Nada de segurar! Se quiser gozar rápido, goza. Você não precisa parar quando goza. Então aproveita e goza quantas vezes conseguir. Deixa de ser BESTA!

15. Ligar no dia seguinte é foda! Vocês também não têm telefone? Quer falar, por que não liga?

16. Trepar com você não significa que queremos casar. Podemos querer só... trepar.

17. Ver você gozar é ótimo (pode até ser fingido, não sabemos mesmo). Mas melhor é nós gozarmos.

18. Vocês podem falar durante. Dizer como gostam é ótimo. Mas puxar pela orelha é sacanagem.



E você, tem algum "segredinho" para compartilhar com a gente?



MelissaG | 01:39 |
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Segunda-feira, Fevereiro 16, 2009


[tirando a poeira]


Mais tarde tem texto novo no especial Fogo nas Entranhas. Aguardem!

Ah, enquanto isso, aproveitem para dar uma olhada nos blogs que agora fazem parte da minha lista de favoritos. São MARA!


.:.Manual do Cafajeste

.:.Coisa Errada

.:.Bem Resolvida



MelissaG | 16:58 |
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Segunda-feira, Fevereiro 09, 2009


[fogo nas entranhas]


E o especial hoje vai abordar uma "parada" muito subjetiva, mas fundamental em se tratando de sexo.


[TEMA DO DIA: A PARADA]





O que é "a parada"?

Em dezembro de 2005, em seu antigo blog, o jornalista [e meu amigo] Dante Graça fez o favor de defini-la.

"Por favor, sem pensamentos em alucinógenos, entorpecentes e associados por aqui. A 'parada' em questão é aquele charme especial, aquele olhar de canto que hipnotiza, aquele sorriso altamente encantador... se a mulher tiver mesmo 'a parada', o sorriso pode ter até um dentinho torto que a gente nem liga. Ela continua tendo 'a parada' totalmente intacta!"

A nossa "parada" é o "mojo" dos norte-americanos. O "tchan" dos baianos. O "jaraqui" de quem é daqui. Entenderam?

Como eu escrevi lá em cima, "a parada" é uma questão muito subjetiva. Depende dos olhos de quem vê. "A parada" é algo que vai além das características físicas. Ultrapassa os limites da beleza padrão. É principalmente uma questão de atitude. "A parada" muitas vezes é uma questão de pegada.

Quantas vezes você não viu uma mulher linda com um cara meio baixinho, meio gordinho e meio careca, e imaginou o porquê de eles estarem juntos? O primeiro pensamento deve ter sido "Ah, ele deve ser cheio da grana!". Diga lá! Normal. O que quase ninguém leva em consideração é que talvez aquele cara tenha "a parada". E de repente, aquele detalhezinho que derrete a bonitona não atraia mais ninguém na face da terra.

"A parada" está, em grande parte dos casos, diretamente ligada ao sexo. Ela é afrodisíaca. Há quem chame de "chá". Ela desperta os instintos mais sacanas, os desejos mais incontroláveis...

E para provar que "a parada" é uma questão de ATITUDE, a voz da experiência hoje é minha!


[a voz da experiência - o dia em que conheci "a parada"]





Eu tinha quase 18 anos quando fui passar um tempo na casa da minha madrinha. Ela morava numa rua tranquila e tinha uma vizinhança formada por muitos jovens da mesma idade que eu. Não demorou muito tempo para eu me enturmar com os meninos. Sempre tive muita facilidade para entrar no universo masculino.

Um tempinho depois já estava ficando com um amigo dos meus novos amigos. Um cara bacana, meio feinho, mas extremamente engraçado. Confesso que tenho uma quedinha por homens engraçados. Esse pretêzinho era melhor amigo do único vizinho com quem eu não ia muito com a cara. Um tipinho meio "cafa" cuja casa vivia no maior entra-e-sai de mulheres. Da vizinhança e vindas de outras freguesias. Eu não conseguia entender o que aquela mulherada via no rapaz.

Até que numa bela noite de verão, enquanto todos meus amigos e o pretêzinho estavam em um aniversário, tive a oportunidade de conversar pela primeira vez com o dito-cujo. Quer dizer... Conversar não é bem a palavra... Nos encontramos enquanto eu fui olhar o movimento da rua... Ele me viu, perguntou pela turma e sentou na calçada. Como na falta vai quem tem, sentei também e de repente, ele pegou a minha mão usando alguma desculpa esfarrapada e, do nada, me deu um puxão e já era. O que foi aquilo? Arrebatador! Ele DEFINITIVAMENTE tinha "a parada". Um jeito forte de segurar, de me beijar puxando meus cabelos... Fora que ele beijava bem demais! Fiquei tonta... Não sabia quem eu era, onde estava, nem pra onde ia. Ou melhor, só sabia que queria ir pra cama com aquele homem. E por ele, iria naquela hora mesmo. Foi quando lancei a bomba: AINDA ERA VIRGEM. Onnn... Que meigo! Estão vendo, eu nem sou tão "pra frente" quanto vocês pensam!

O que veio depois conseguiu me surpreender mais ainda... Ele me olhou e disse que esperaria eu ficar pronta. Como assim? Ele disse que esperaria, mas que queria muito me comer. Nossa, como eu queria dar pra ele. Mas precisava valorizar o passe, né?

Ainda ficamos por uns dois ou três dias no famoso "mão naquilo, aquilo na mão"... Mas nada de penetração. Nem "cat", como diria Vanessão. Um vuco-vuco [quase] de respeito, eu diria. Até que eu arreguei. Pedi penico. Peidei na farofa. Disse que estava pronta e que queria que ele fosse "meu primeiro". Os olhos desse homem brilharam. Como estava tarde e minha tia já tinha mandado eu entrar, deixamos pro dia seguinte... Quem disse que eu conseguia dormir? Um caloooor... Demorei horas até pegar no sono.

No dia seguinte ele me ligou cedo. Como era período de férias, ainda estava dormindo. Ele delicadamente mandou eu "acordar para cuspir", e foi o que fiz. Levantei, tomei aquele banho e me mandei pra casa dele, que já me aguardava no portão. Entramos e fomos direto pro quarto dele. Ainda ficamos dando uns amassos antes de a coisa realmente ficar mais... mais séria. Foi quando ele parou tuuuudo e perguntou se eu realmente estava preparada. Como assim?? Cala a boca, meu filho! Mais preparada impossível. Como diria um amigo, eu já estava PINGANDO. Foi quando vi "a parada" [a palpável]. O que era aquilo? Deu vontade de sair correndo. Eu que era virgem mas não era besta, já tinha tirado uns sarros com uns "peguetinhos", mas nunca tinha visto, ao vivo e a cores, uma "parada" daquele tamanho. Mas como eu resisto a tudo, menos à tentação... Deixei rolar. Apesar da dor e do intenso sangramento, sou uma das raras mulheres que pode dizer com a boca cheia [sem trocadilhos infames, por favor!] que teve uma primeira vez muito boa. Ele foi atencioso, cuidadoso, e ao mesmo tempo forte, viril e decidido.

Talvez por isso ele seja meu "trepê" fixo até hoje... Onze anos depois do fatídico dia em que eu conheci "a parada".


ps: Ao escrever esse relato cheguei a uma conclusão. "A parada" é falar menos e agir mais! ;)



MelissaG | 02:37 |
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Quinta-feira, Fevereiro 05, 2009


[fogo nas entranhas]

Aproveitando a forte onda de calor que se instalou sobre mim, como não posso matar meu desejo de tomar sorvete agora, resolvi extravasar toda essa “energia” acumulada de outra maneira. Escrevendo!

Com vocês, mais um da série “Fogo nas Entranhas”!


[TEMA DO DIA: 5 X 1]





Qual a melhor forma de descobrir seu corpo? Como saber onde ficam suas principais zonas erógenas? Em outras palavras, como exigir que o parceiro lhe faça chegar às nuvens se nem você conhece o caminho?

Como nosso corpo não vem com manual de instruções, precisamos ser autodidatas. Como? Masturbe-se, baby! Ou se preferir, bata uma punheta, siririca, bronha... Descabele o palhaço, depene o sabiá, descasque a banana... Mãos a obra, oras!

Por mais simples que pareça, esse é um assunto que, em meu convívio pessoal, sinto que ainda é um tabu. Algumas mulheres se recusam em falar sobre o assunto, e outras negam veementemente a prática. Por quê? Para os meninos é tão comum bater uma punhetinha, desde a adolescência. Descobri, e confesso que fiquei até um pouco chocada, que alguns deles se masturbam inclusive no trabalho. Legal, né? Droga, tudo é mais fácil pra essa macharada! Mas isso não é coisa que uma moça de família deva fazer... Imagina se a mamãe pega a filhinha se esfregando na quina de um móvel? Deus nos acuda! Mas a verdade é que, além do estímulo físico, a mulher precisa imaginar, fantasiar, lembrar... Demanda certo tempo. E muita criatividade!

Mas vamos lá, em um movimento pelo auto-conhecimento feminino, vou relacionar agora alguns “facilitadores” que ajudam BASTANTE na hora do bendito prazer solitário.

O chuveirinho: Lembro que na adolescência adorava usar o bidê da casa dos meus avós. É, bidê mesmo. A nova geração não deve nem saber o que é isso. Abafa! Sentava e lá ficava, se duvidar por hoooras, com o chuveirinho na potência máxima. Era tão gostoso! Bons tempos aqueles... Hoje em dia, temos as duchinhas. Portáteis, mas não tão práticas quanto os arcaicos bidês, que nos permitiam ficar com as duas mãos livres. Movimento BIDÊ POWER – pela volta dos bidês em banheiros femininos!

O vibrador: Tem de tudo que é forma, tamanho e para todas as utilidades. Têm aqueles com formato de pênis. Negros, brancos, morenos. Finos, grossos, pequenos, grandes. Manuais e à pilha. Outros mais discretos, pequenos, compactos, sem formato específico, mas não menos potentes. Uns específicos para a região do clitóris, outros que estimulam o tal do Ponto G, e – ainda compro um desses – uns que são “dois em um”. O meu é pequeno, com uma curvinha para estimular o Ponto G, quase silencioso... E verde clarinho. Um mimo!

Os dedinhos: Os melhores companheiros das mulheres em noites solitárias. Baratos, laváveis, portáteis e variam a velocidade de acordo com o gosto da freguesa. Além de tudo, você não precisa ficar esperando a ligação deles no dia seguinte.

Dito isso, vale a pena lembrar que nada, NADA, substitui aqueles brinquedinhos originais de fábricas, que vêm acompanhados de um braço gostoso, de uma barriguinha boa de apertar, uma boca gostosa, uma barba por fazer boa para roçar... NADA substitui!

Mas masturbação não precisa ser necessariamente uma brincadeira solitária. Se deixarmos as inibições de lado, podemos dar um show solo para uma platéia especial, o parceiro. Tenho certeza que ele vai pedir bis!

Então é isso: MÃOS A OBRA E... FODAM-SE!



MelissaG | 21:26 |
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[fogo nas entranhas]

Vamos movimentar esse blog? Já percebi que meu lado “mulherzinha” não bomba. Sendo assim, let’s talk about... SEX!!

O nome do especial é uma homenagem a um dos meus autores favoritos, Pedro Almodóvar, e retrata de forma singular o “calor” que sentimos quando o assunto é sexo!

O tema de hoje veio bem a calhar já que acabei descobrindo que tenho chama para lésbicas e bissexuais. Nada contra, mas vocês sabem... Eu gosto é do que balança!


[TEMA DO DIA: MÉNAGE À TROIS]





Apesar do nome meio afrescalhado, o ménage habitar a mente de homens e mulheres é mais comum do que imaginamos. Por que será?

No caso delas, acho que bem no fundo toda mulher tem ao menos um pouco de curiosidade em saber a sensação de transar com outra mulher. Bom, pelo menos eu sempre tive. Já para a macharada, cá entre nós, o sonho de consumo de quase todo homem [tentando fugir das generalizações] é ver duas mulheres se pegando. Né não?

Nos últimos meses recebi cantadas de duas lésbicas, um casal e duas mulheres casadas. Com homens. Em um dos casos, cogitei sugerir um ménage já que muito me agradava a idéia de pegar o marido da moça. Abafei! Com o casal foi quase a mesma coisa, mas como eram desconhecidos, fiquei com medo, já que, à época, qualquer vacilo meu poderia causar um grande escândalo e prejudicar terceiros. É, eu criso!

Mas se formos pensar, é bem mais tranqüilo pro homem realizar esse tipo de fantasia. Afinal, ele será considerado “o cara” ou “o garanhão”. E para nós, mulheres, sobram os estereótipos de “galinhas” e “vagabundas”. Verdade ou mentira?

Além disso, alguns medos e inseguranças acabam nos fazendo pensar duas vezes antes de embarcarmos nessa aventura. No caso de dois homens e uma mulher, a famosa dupla-penetração, e já no caso de duas mulheres e um homem, a comparação física.

Talvez por isso que seja de consenso [quase] geral que o “threesome” deva ser realizado entre pessoas meio que desconhecidas [não completamente, claro!], para evitar certos constrangimentos.

Mas é uma possibilidade que não descarto. Quem sabe um dia eu escreva sobre o tema com conhecimento de causa, né?


[opinião do leitor]


“É legal, divertido, mas como experiência para sanar uma curiosidade” – Cazuza Bomba [codinome beija-flor]

“Adoro! Ménage é TENDENCE. Fartura em uma época que nem com um é fácil, imagina com DOIS!” – Madame Holly Golightly

“Sexo a três... sempre tive vontade, sempre tive não, tenho, só me falta coragem. Vontade porque mataria a curiosidade de "comer" uma mulher. E coragem... eu não me vejo fazendo isso. Sou muito ciumenta. Já cheguei a cogitar, mas tenho certeza que vou amarelar na hora H. Não por vergonha, por achar que o homem que está comigo prefere comer mais a outra do que eu, hahahaha! Mas admiro casais que curtem esse tipo de modalidade.” – Maria do Bairro


[a voz da experiência]





Por Mariposa de Guadalupe

Nunca me achei linda, todavia, feia não sou. Faço parte do grupo de mulheres comuns, de estatura mediana, rostinho simpático, meio roliça e com celulite. Por esse motivo achei que o "convite" fosse uma brincadeira. Tenho um amigo inteligentíssimo, casado, agradável, com quem tive inúmeras conversas interessantes pelo MSN. Sua esposa, não a conhecia, somente por foto e pude constatar que era uma mulher bonita,e segundo o relato do marido, bem sucedida.

Um dia veio o danado do "convite".

- Mari(posa), eu e minha esposa queremos tentar algo diferente... Você topa estar com nós dois?

Eu, que de santa nada tenho, percebi de cara do que se tratava e na mesma hora neguei veementente, dizendo que, se ele me conhecesse realmente, nunca faria tal pedido...

Passou-se uma semana e ele repetiu, dizendo que confiava muito em mim e nunca faria o pedido pra qualquer pessoa. Disse também que me achava atraente, bem resolvida e gostosa. Achei o máximo.

Mesmo assim fiquei na retranca, pois nunca havia de fato tido a oportunidade (e nem vontade) de estar com três pessoas na mesma cama que não fossem todos homens... Pra quem achava que iria entrar na igreja virgenzinha, ménage a trois era demais! Na verdade nem pensei muito. Disse, na noite seguinte, que topava. E ao caminho do apartamento dos dois meu coração batia mais rápido que qualquer bateria de escola de samba do Rio de Janeiro do grupo especial.

Estacionei o carro e quem me recebeu foi a esposa do meu amigo, com um top vermelho e uma saia curtíssima. Entrei no apartamento e ficamos conversando futilidades, com muito vinho e risada. Ela mudou o dvd atual para Maroon 5 e imediatamente começou a beijar o marido. Foi a única hora da noite em que realmente pensei em sair correndo dali. Notei que era tarde demais quando as mãos do meu amigo já estavam entre as minhas pernas. O álcool liberta e logo me vi beijando meu amigo e sentindo as mãos da sua esposa nos meus seios. Era realmente deliciosa a movimentação que ela fazia, suave, mas com firmeza o suficiente pra excitar. Ela virou meu rosto e puxou pra perto dela, me dando um beijo extremamente molhado. Nesse instante senti falta do roçar da barba de um homem, mas deixei pra lá quando ela começou a tirar a minha roupa. Esqueci de dizer que estávamos na sala e passamos pro quarto,o que nesse momento, representou uma libertação pra essa moça. Eu, na verdade, só queria sentir meu amigo e ela, sem dúvida nenhuma, me sentir.

{Libertem a imaginação, voem e imaginem tudo que um homem e duas mulheres na cama podem fazer...}

Como o quarto estava escuro, demorei por volta de cinco segundos pra perceber que o meu amigo tinha levantado e ido pro outro quarto. Minhas pernas começaram a tremer no momento em que a ouvi falar o quanto queria continuar comigo ali, sem ele, a madrugada toda... Levantei e me vesti alegando estar cansada e ainda teria uma reunião de trabalho cedo no dia seguinte.

Me despedi dela e voltei pra casa. Tomei um banho de 40 minutos, querendo tirar do pensamento o que tinha feito. Não senti culpa, não senti remorso ou qualquer coisa parecida. Mas simplesmente não gostei do toque dela, do cheiro de hidratante, do rosto suave, e principalmente dos cabelos longos tocando o meu corpo. Naquela noite fiquei com vontade de escrever um livro dizendo que toda mulher tem o dever de realizar suas fantasias, seja ela estar com outra mulher ou com dois homens, ou debaixo de uma cachoeira fazendo um bacanal.
As fantasias sexuais fazem você se conhecer e conhecer suas preferências. Hoje, por experiência, sei que não curto o sexo feminino nem como fantasia. Amo os homens, amo o toque firme dos homens, seu cheiro de suor e suas mãos grossas...

PS: Esse casal se divorciou pouco tempo depois do acontecido e hoje ela é lésbica assumida.



MelissaG | 00:10 |
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