Sábado, Agosto 25, 2007





[a família que a gente escolhe]

Amigos. Ao contrário da maioria, eu tenho muitos. E bons!

Em comum, o carinho e o respeito que nutro por todos. Porém por alguns poucos sinto uma enorme necessidade de cuidar, de proteger. Nesse grupo está ela, que na “árvore genealógica” da minha família de amigos, ocupa a posição de minha filha.

E esse sentimento “maternal” nasceu na primeira vez que saímos juntas, quando ela queria afogar as mágoas e tudo que eu dizia era “Bebe, minha filha! Bebe!”. Apesar de que uma mãe jamais daria esse “conselho” a um filho, num prelúdio de maternidade eu segurei o cabelo, dei a mão e ofereci coca-cola para passar o porre.

Terra. Ao contrário do que sugere o nome, às vezes ela parece viver no mundo da lua. Não é raro, no meio de uma conversa, ela soltar um inocente “Hã?!”. Ou de no meio de um show ela lançar aquele olhar de desespero pra banda e cantar um afinado “nan nan nan”. Ah, apesar desse “desligamento”, é impossível apertar o “OFF” do talento. Nem que ela queira! Ao abrir a boca, deixa muita gente de queixo caído, e outro tanto com o cotovelo doído.

Mas como todo relacionamento é uma via de mão dupla, como uma boa filha, ela me dá apoio, incentivo, atenção. E está sempre ao meu lado, até quando escolho o lado “errado”.

Hoje, no aniversário dela, eu só posso desejar tudo aquilo que uma mãe deseja a seu filho. Vida longa, feliz, saudável, bem sucedida e repleta de amor. Que Deus lhe dê juízo e ajude a manter esse dom maravilhoso, e que conserve essa doçura e essa espontaneidade que lhe é peculiar.

Feliz aniversário! E como eu sempre digo “mamãe te ama, viu Anna Terra?”.



MelissaG | 08:35 |
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Quinta-feira, Agosto 23, 2007


[e foi dada a largada...]


Pelo andar da carruagem, a eleição “prefeiturável” de 2008 vai pegar fogo. Provavelmente seja a mais “quente” de todos os tempos da última semana. Digo isso porque nem bem ultrapassamos a metade de 2007 e os ânimos já estão exaltados. Tem cabo-eleitoral-aspone-psyco ameaçando blogueiros, tem polícia “estourando” gráficas clandestinas para apreender material anti-Sarafa [na minha opinião, abuso de poder], e tem até um “quarteto fantástico” surgindo...

Preciso confessar que eu me empolgo nessas questões “eleitorais”. Adoro debates, conversas de botequins e propaganda eleitoral. Assumo também que já fiz a cagada de votar no Lula. Votar no Sarafa não foi uma cagada, mas posso dizer que foi uma “decepção”. Também já votei no Negão e no Boto. Na última eleição pro Governo do Estado votei no Paulo de’Carli. E honestamente falando, pretendo votar novamente nele.

Ah, e antes que digam que eu voto no Paulo por ele ser casado com minha amiga, respondo com um “não foi, mas poderia ser”. Sempre gostei de conversar com o Paulo, sobre política ou qualquer outro assunto, pensamos da mesma forma, admiro muito sua cultura e inteligência.

Não se preocupem que não estou aqui pra defender o Paulo nesse caso do envolvimento com o tal Quarteto Fantástico, a Tropa de Elite Baré. Ontem, quando soube dessa marmota, mandei um e-mail pra ele e já obtive resposta. Ainda não li pra não ser influenciada ao escrever esse texto, mas imagino que ele tenha se aliado a Carlos Souza [blargh!], Sabino Castelo Branco [blargh blargh!!] e Plínio Valério [hã?!] pra conseguir mais votos. Simples assim! É de conhecimento de todos que esses políticos têm grande densidade eleitoral, principalmente na zona leste. Política é feita de alianças. Tenho certeza que, pra se reeleger, o Sarafa [e qualquer outro político] faz aliança até com o Capiroto. Infelizmente eu acho que, ao se aliar a esses caras, o Paulo corre o sério risco de perder os votos de uma galera mais esclarecida, de pessoas que torcem por mudança e que vêem nele uma opção de voto [eu me incluo nesse bolo por ser “anti-sabinista”]. É foda!

Mas não é sobre isso que quero escrever. O que tem me intrigado ultimamente é essa divisão [que sempre houve, mas que com o Governo Lula tornou-se mais acirrada] entre ricos e pobres. Exploradores e trabalhadores. Elite e povo.

Ontem, quando estava conversando sobre o FATO de Manaus estar esburacada, alguém me disse “mas isso é problema de rico, pobre não tem carro, nem sente que tem buraco na rua”. Nesse exato momento eu retruquei “mas pobre não paga imposto, rico paga”. Cara, a saúde é parcialmente “sustentada” [ou deveria ser] pelo CPMF que pagamos. Pobre não tem movimentação bancária. O empresário paga uma taxa tributária absurda pra poder gerar emprego pro pobre e renda pra nação, e pro próprio bolso, óbvio. E ainda assim pobre tem raiva de rico? Rico não é vilão. É claro que existem as exceções. Mas rico costuma ser alguém que trabalha pra cacete pra manter certo padrão de vida, ou alguém que estudou a vida toda pra ter sossego no futuro, ou alguém cujos pais ralaram pra dar comodidade aos filhos. Mas o que quero dizer é que rico também tem direito a protestar. A reclamar da rua esburacada, do engarrafamento, dos moleques que jogam água suja com detergente nos pára-brisas dos carros. E eu não sou rica, hein!

E eu CANSEI! Falar de política é muito chato.

Quero uma plaquinha do “Buraco do Sarafa” pra enfeitar minha laje.



MelissaG | 12:34 |
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Quarta-feira, Agosto 15, 2007


[terra de muro baixo]


Nessa manhã chuvosa, grande foi minha revolta quando, ao visitar o blog de um dos meus escritores favoritos [não me canso de dizer isso!] - Ismael Benigno [O Malfazejo], me deparei com um "recado" repleto de ameaças e sem nenhum argumento, escrito por um "cidadão" que se diz assessor parlamentar de um deputado do PC do B, "base do grande Governador Eduardo Braga" como disse o rapaz.

Em tom de ameaça, ele escreveu: "estou de olho em teus ridiculos textos seu babaca. vc tem que saber de quem ta falando ou sobre o que vai falar, ja da pra notar que vc nao tem conhecimento algum sobre nada. estou na tua cola. é so um aviso. vc infelizmente nao soube com quem brincou. se tiver que falar alguma coisa sobre mim, me procure, fale direto a mim, estou te esperando na assembleia legislativa sr.Isdiota Benigno. Um grande abraço acompanhado de uma estocada na costa."

Ao saber que receberá "notícias" do Ismael ainda hoje, o moço AFINOU o tom de ameaça, e partiu pro famoso "você sabe com quem está falando?", clichê para os prepotentes. Afinal, quem tem coragem de desafiar um ASSESSOR PARLAMENTAR DE UM PARTIDO DE BASE GOVERNISTA, de sobrenome pomposo?

Isso é Brasil. Isso é Manaus. Terra de coronéis. Vou contar uma historinha sobre o autor dessa ameaça.

Em 2004, nas eleições prefeituráveis, esse moço era Pêfelista doente. Num fotolog, colocava fotografias ao lado de "grandes políticos", como Sabino Pozinho Branco e MauMenino Mendes. Era capaz de morrer ou matar pelos seus ídolos. Travou batalhas homéricas para defender a honra desses "santos indefesos". Hoje em dia, quem diria, é do PC do B - "base do grande Governador Eduardo Braga". Uau!

Só o que nos resta é esperar que esse rapaz receba a punição merecida. Que o PCdoB honre os votos de seus eleitores e risque de sua folha de pagamento esse ASPONE. Que pelo menos uma vez, pra variar, justiça seja feita!

E o Ismael não está só!

Blog do Holanda
Cudi Pato
Lorena



MelissaG | 12:46 |
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Sexta-feira, Agosto 10, 2007


[papo errado]


Outro dia meu irmão veio perguntar o que eu achava sobre as pessoas que ficam chorando por um cara que se mata. Do alto de minha sabedoria [cof cof], respondi que entendo o sofrimento dos amigos e parentes, pegos geralmente de surpresa em casos como esse. Impotentes frente à morte. Inconformados por não terem ajudado, quem sabe até evitado. A saudade dói com a mesma intensidade, seja a morte ocasional ou intencional.

Por mais que o finado-dito-cujo tenha agido de forma egoísta [com exceção daqueles que se suicidam para pôr fim a sofrimentos causados por doenças ou acidentes, geralmente em estado de invalidez], não pensando na dor que causaria àqueles que por ele nutriam amor, o choro acaba sendo inevitável.

Aí beleza, fui ver o perfil do cara que se matou no Orkut. Quando fui ver a página de recados... nossa! Como esse povo é sem-noção. Vários recados, que variavam de “descanse em paz” a “nós te amamos!”... O pior é que, na maioria das vezes, nem são os amigos do falecido que fazem esse papelão, são passantes curiosos, querendo aparecer à custa do sofrimento alheio. Fiquei tão traumatizada que passei a senha do meu orkut pro meu irmão, em caso de emergência.

Aviso logo, se – Deus me livre – eu ainda tiver página no Orkut quando morrer, eu vou voltar à noite pra puxar o pé de cada filho da p@^%# que me deixar recado mórbido. No meio da madrugada, quando este ser estiver “descansando em paz”, eu vou arrastar correntes e assustar cachorrinhos, que latirão olhando para o nada. Porra, desde quando defunto lê scrap?

Por isso, meus amigos, aproveitem que estou viva pra dizer o quanto vocês me amam, que sou uma querida e que a vida de vocês, sem mim, ficará muito sem gracinha.

A sorte de vocês é que eu pretendo viver muito!



MelissaG | 10:32 |
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Sábado, Agosto 04, 2007


[ctrl c ctrl v]

Crônica polêmica que está causando maior auê no Blônicas.


Lula, o covarde incompetente - Por Milly Lacombe



O sistema aéreo faliu. O ex-ministro da defesa, Waldir Pires, demonstrou ter a agilidade de um poste. José Carlos Pereira, presidente da Infraero, está sendo investigado por obras superfaturadas em Congonhas (obras que não passaram pelas pistas, como já sabemos). Os cinco brilhantes e educados diretores da Anac, que nada entendem de aviação, se recusam a pedir demissão (e, por lei, não podem ser demitidos). Marco Aurélio Top Top Top Garcia estava, semana passada, na posse de Nelson Jobim, às gargalhadas. Todos esses brasileiros dedicados e devidamente condecorados foram nomeados por nosso líder, Lula. Que também nomeou Dirceu, Palocci, Marta e aprovou Renan Calheiros.
De quem é a culpa, portanto, se o país derrapou e saiu da pista? O responsável por essa maloca é apenas um, o sujeito que teimamos em colocar no poder e, depois, em conceder novo mandato. Um homem que se esconde por trás da origem humilde, um sujeito que se diz, embora tenha sido eleito por mais de 50 milhões de votos, vítima de preconceito. Um cidadão que nunca administrou nada na vida – para não dizer que nunca trabalhou (ou trabalhou até, segundo consta, perder o dedinho em acidente de trabalho, e passar a viver de seguro social). Um sujeito que passou a vida sendo sustentado pelo partido e, mesmo sem ter muito o que fazer, e já com recursos ao alcance das mãos, se recusou a estudar. Esse é nosso líder, um cara que, vivendo em palácio, usuário de avião particular e protegido por batedores profissionais, se julga injustiçado.
Mas, no maracanã, a polícia de Lula não pôde protegê-lo. No Maracanã, o partidão não teve tempo de contratar sua claque para soterrar as vaias. Também não deu para barrar a entrada de opositores, como Lula consegue fazer em seus comícios controlados. No Maracanã, o rei aspirante a ditador estava exposto. E, finalmente, conseguiu ouvir a voz das ruas.
Tudo isso, antes do acidente.
Aí, deu-se a tragédia. E a incompetência dos nomeados por ele veio bater em nossa cara.
Só que Lula, esse sujeito sem experiência profissional, fã de Fidel e Chavez, não demite. Não gosta de ver amigos perderem a boquinha. Marco Aurélio, que qualquer administração séria e competente teria colocado na rua no dia seguinte à pornografia gestual, não vai sair, muito menos perder a pose (os dentes, muito em breve, mas não a pose). Os diretores da Anac sairão, mas às duras penas, e só por causa da opinião pública, a mesma que tirou Dirceu e Palocci. Mas Marco Aurélio é peixe pequeno para movimentar a voz das ruas – então, nosso líder pode ir deixando como está para ver como é que fica.
Por muito menos do que mensalão, dólares na cueca, sanguessugas, ministros suspeitos de tramóias federais etc um presidente foi impedido e outro, semanalmente visitado com manifestações organizadas e placas de “Fora!”. Mas contra o atual qualquer manifestação soa preconceituosa. Nasceu pobre, miserável, foi vítima de acidente trabalhista, se fez na vida política, então, por favor, tudo pode – tudo deve ser perdoado e entendido. Sinto muito, não é bem assim. Se o homem não entende balela de administração pública e está afundando o país, é dever de todos nós protestar. Afinal, ele trabalha (ou deveria trabalhar) para cada um de nós.
Mas esse é Lula, o incompetente. Falemos agora de Lula, o covarde.
Lula, o covarde, não veio a São Paulo olhar nos olhos das famílias das vítimas, como faria qualquer estadista minimamente interessado em seu povo. Como bom medroso, se esconde pelo nordeste, com medo da rejeição. Brasília, construída para isolar políticos safados de seus eleitores, também é lugar seguro para descansar, preparar um churrasquinho, fazer gracinhas chulas para débeis mentais, rir com amigos (como riram todos na cerimônia de posse de Nelson Jobim) e esperar a onda passar. Quem vai protestar lá em Brasília? Se a capital fosse em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre … mas a construção de Brasília foi um golpe de mestre. Ficam todos ali, sustentados por cada um de nós, que paga as idas e vindas dessa gente que trabalha de terça a quinta, devidamente blindados pela distância, oferecendo e frequentando festas regadas a mulheres e bebidas – tudo com dinheiro público. Viva a corte. Agora, chefiada por um homem do povo.
Lula está quietinho porque conta com a possibilidade de ver a caixa-preta do Airbus colocar a culpa no piloto, no avião, na TAM. Conta com a falta de oposição política, com a conivência do PSDB. Vai esperar a turbulência passar para voltar a não fazer nada de forma um pouco mais ativa. Do alto de sua arrogância, não entende que, mesmo que a caixa preta culpe piloto e cia aérea, não terá se livrado da responsabilidade de ter administrado um país com tão pouco cuidado. Não se livrará da responsabilidade de ter nomeado amigos e partidários para funções que exigiam conhecimento técnico. Não se livrará do ônus de não saber demitir, de se recusar a mudar, de nunca ter aprendido a administrar. Não se livrará do peso de ter, por culpa de sua gestão incompetente e desleixada, transformado o país em uma galhofa.
Hoje, riem políticos, ri a seletíssima classe alta, que nunca esteve tão rica, riem os miseráveis alimentados pelo bolsa-esmola. A conta, é claro, fica com a classe média, que paga impostos absurdos, não recebe nada em troca e voa em avião de carrera.
Resta torcer para que os remediados deste país finalmente se mexam e tenham coragem de gritar, sem receio de ser acusados de preconceituosos: Fora Lula.

Milly Lacombe é cronista do Blônicas.



MelissaG | 11:41 |
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Quarta-feira, Agosto 01, 2007


[sac]


Quem mora em Manaus sabe que no quesito atendimento nossa cidade ainda deixa muito a desejar. Pra ser sincera, raramente você recebe um atendimento de qualidade. E se você ainda não foi mal-atendido hoje, aproveite! É seu dia de sorte.

Sem medo de errar, afirmo que todo e qualquer cidadão de Manaus já passou por uma das situações abaixo.

No supermercado: caixas com cara de bunda, jogando seus produtos todos numa única sacola fina, que provavelmente vai rasgar no caminho até o carro. Mas como a cara de ódio da moça lhe causa arrepios, você prefere correr o risco de ter suas latas de leite condensado rolando no estacionamento.

No shopping: se você acordou inspirada, vestiu uma roupa elegante e foi ao shopping gastar seu rico salário fazendo compras, talvez você seja até bem atendida. Afinal, você está bem vestida e cheia de sacolas. Mas se você acordou às pressas, colocou a primeira roupa que estava na sua frente, saiu correndo até o shopping mais perto pra comprar o presente de aniversário da tia-avó da madrinha do seu irmão... Prepare-se! Primeiro você levará uma “secada” dos pés a cabeça de todas as vendedoras do estabelecimento, que farão zerinho-ou-um pra ver quem vai atender a “elisa” [leia-se: é lisa] que entrou. Depois de muito sacrifício, você desiste e sai da loja se sentindo um lixo. E as vendedoras confirmam a teoria de que você era apenas uma lisa querendo encher os sacos delas, que tinham coisa mais interessante pra fazer do que lhe atender, como por exemplo, serrar as unhas.

Na loja de conveniência: você está há praticamente doze horas sem fumar. Para na primeira Select e pede um Carlton Mint. Sem pestanejar, a funcionária lhe dá o troco: um real e dois bombons. Os que questionam ainda têm que ouvir a famosa frase “estamos sem trocado”. E você, no fundo da sua alma, tem vontade de dizer “e eu com isso?”. Ao invés disso, você respira fundo, coloca o cigarro e o real na bolsa, sai da loja, entra no carro e dá os bombons pra sua mãe. E vai embora, com o rabo entre as pernas.

No funcionalismo público: esse é o campeão. Você chega em casa e não tem energia. Imediatamente você liga para a companhia energética pra informar a falta de luz. O telefonista diz que eles “estarão enviando uma equipe até o local para estar verificando o que está acontecendo”. Você, meio enjoada depois de tantos gerundismos, desliga e espera. E espera... Nada! Então você decide engolir esse seu amor besta a língua portuguesa e liga novamente. Ao dar o número da ordem de serviço, o atendente diz “Pois não senhora, está do mesmo jeito”. E você, já sem paciência responde “Disso eu sei, se não estivesse a última coisa que faria era ligar praí. Eu quero saber que horas vai voltar a luz, caceta!

E por aí vai, com certeza todo mundo tem um bom exemplo de péssimo atendimento. Há quem diga que a culpa é das empresas que não investem em treinamentos e blábláblá. Mentira! Tudo papo furado. A questão é cultural. É muito difícil encontrar mão de obra de qualidade em Manaus. Sinto muito, sei que posso parecer radical, mas aqui o povo não gosta de trabalhar. É fato!

Pelas minhas “mãos” já passaram funcionários das mais variadas espécies. Esforçados, espertalhões, golpistas, sindicalistas, limitados... Teve um que ameaçou pedir as contas quando eu mandei bloquear o MSN. Acreditam?

Eu posso até estar exagerando, mas tiro essas conclusões por experiência própria. Pelo menos no turismo, um bom colaborador é espécie em extinção.

Pronto, falei! Agora podem descer o cacete! Só peço que poupem minha mãe, por favor.



MelissaG | 09:17 |
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