Já deu pra perceber que eu adoro música, né?
Outro dia estava "discutindo" com uma conhecida porque ela teve o desplante de me falar que "rock nacional sucks", o que pra mim não passa de uma opinião preconceituosa e precipitada. Tudo bem que o rock nacional não está em sua melhor fase, mas cá entre nós, não deixamos a dever pra nenhum outro país.
No auge do debate eu disse que pago maior pau pras músicas antigas, nacionais ou não. De Mutantes a Whitesnake. Músicas de qualidade. Independente do gênero. Hoje em dia não precisa nem saber cantar pra fazer sucesso. E olha que temos exemplos locais do que estou falando. Outro dia tava assistindo o show de uma banda local bem bacana quando, pro meu desespero, uma dona que foi vocalista de uma banda local foi convidada pra fazer uma participação, cantando, por exemplo, "Sweet Child O'Mine". Uma desgraça!
No fim da discussão, concordamos em discordar e resolvi dar uma renovada na minha playlist. Fiz algumas pesquisas, entrei em sites internacionais de música, páginas de rádios... E não é que eu encontrei coisa boa?
Todos falam que o cd da Fergie é uma porcaria, mas "Big girls don't cry" é bonitinha. Baixei também algumas coisas da Pink, que eu adoro há muito tempo, dentre elas "Who Knew" e "Stupid Girls". Rolou uma identificação com Amy Winehouse, saca só o naipe das músicas: "Rehab", "Fuck me pumps", "Back to black", "You know I'm no good" e "Love is a losing game". Ainda to baixando algumas músicas do Keane, dentre elas "Somewhere only we know", que eu já tinha ouvido e gostado. Mas a melhor surpresa foi o Justin Timberlake. Ouvi uma amiga comentar que ele é "o novo Michael Jackson". Depois de ouvir algumas músicas, concordo! Adorei. A melhor foi "What Goes Around Comes Around". Muito boa!
Quanto a música brasileira... Baixei o novo cd do Capital Inicial. Gostei de "Eu nunca disse adeus". Ainda não sei se gostei das outras músicas. Tô me acostumando. Depois opino.
Recebi por e-mail e não poderia deixar de compartilhar.
Simplicidade de mulher madura
Quando tinha 15 anos, esperava um dia ter um namorado... seria bom se fosse alegre e amigo...
Quando tinha 18 anos, encontrei esse garoto e namoramos; ele era meu amigo, mas não tinha paixão por mim.
Então percebi que precisava de um homem apaixonado, com vontade de viver, que se emocionasse...
Na faculdade saía com um cara apaixonado, mas era emocional demais. Tudo era terrível, era o rei dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava suicidar-se. Descobri então, que precisava de um rapaz estável.
Quando tinha 25 anos encontrei um homem bem estável, sabia o que queria da vida; mas era muito chato: queria sempre as mesmas coisas - dormir no mesmo lado da cama, feira no sábado e cinema no domingo. Era totalmente previsível e nunca nada o excitava.
A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de um homem mais excitante.
Aos 30, encontrei um tudo de bom, brilhante, bonito, falante e excitante, mas não consegui acompanhá-lo. Ele ia de um lado para o outro, sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas impetuosas, paquerava com qualquer uma e me fez sentir tão miserável, quanto feliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Decidi buscar um homem com alguma ambição para com ele construir uma vida segura. Procurei bastante, incansávelmente...
Quando cheguei nos 35, encontrei um homem inteligente, ambicioso e com os pés no chão. Apartamento próprio, casa na praia, carro importado... solteiro e sem rolos!
Pensei logo em casar com ele. Mas era tão ambicioso que me trocou por uma herdeira...
Hoje, depois de tudo isso, gosto de homens com pinto duro...E só!
Resolvi vir para a casa da minha avó andando.
Saí de casa sem aquela pressa de chegar a algum lugar, caminhei como se estivesse passeando, tranquilamente. Aproveitei para reparar em detalhes no caminho que são imperceptíveis aos olhos de quem passa de carro.
Passei por uma funerária onde no rádio tocava Calypso. Vi dois senhores sentados em cadeiras de macarrão na frente de uma barbearia, proseando como se fosse antigamente. Passei por umas banquinhas de peixe, desviei e fui pelo meio da rua, porque a calçada estava completamente suja de escama de peixe. Subi uma ladeira que me deixou um pouco sem fôlego graças à falta de prática de exercícios físicos e, claro, ao cigarro. Cruzei a esquina de uma rua onde morei. Olhei para o lado procurando um rosto conhecido. Nada, deserto. Já na esquina da casa da minha avó passei por um restaurante que exalava um forte cheiro de cebola frita, o que me fez embrulhar o estômago. Andei mais um pouquinho... Cheguei!
Entrei, dei um beijo na minha avó, entrei no quarto do meu irmão para pegar o laptop e aqui estou, sentada no sofá da sala, fumando um cigarro e tomando café com leite condensado, bebida típica da família. A porta está aberta, o que permite que entre uma brisa geladinha e agradável. Ouço os sininhos do mensageiro dos ventos. Suaves e reconfortantes.
Às vezes é bom olhar a vida a partir de uma nova perspectiva.
Papo corriqueiro.
Toda vez que eu e meus amigos sentamos em uma mesa de bar, esse assunto seeeeeeeeempre vem à tona.
É uma brincadeirinha de bêbado. Eu vou começar e vocês podem fazer a listinha de vocês nos comentários!
Os mais sexy, na minha opinião, do show business.
Em outras palavras, EU PEGARIA!
Bon Jovi. Lenny Kravitz. Madonna [ela é foda!]. Marco Túlio, do Jota Quest. Dinho Ouro Preto. JUSTIN TIMBERLAKE [em maiúsculo para mostrar a empolgação!]. Frejat. CHIMBINHA [bêbado sempre lança essas piadinhas! uhauhauhuahua...]. Matthew McConaughey. Brad Pitt [e a Angelina Jolie]. Jude Law. Clive Owen. Ryan Phillippe. GEORGE CLOONEY. Eric Dane, o Mc Steamy de Grey's Anatomy. Ryan Seacrest. Marcos Pasquim. Vladimir Britcha. Edgar Piccoli. EDMUNDO. Pedro Bial. Marcelo Antony.
Esse fim de semana decidi escrever logo sobre um dos problemas FEMININOS de maior ocorrência em baladas. O BANHEIRO!
Imagine a situação:
Você está na balada. Bêbada. Ou pelo menos, de pilequinho. Alegrinha.
De repente dá aquela vontade de fazer xixi.
Você sabe que depois que vai a primeira vez... Já era!
Segura o máximo que pode mas uma hora não dá mais.
Você definitivamente precisa ir ao banheiro com urgência.
Agora começa o martírio.
Banheiro lotado, quente, apertado, sem papel higiênico, porta que não tranca, cesto de lixo abarrotado, assento e chão melados... Um caos!
É hora de seguir as instruções abaixo.
Se você for homem, coloque-se em nosso lugar e imagine ter que fazer xixi sentado!
1. Vá ao banheiro acompanhada. Se o banheiro estiver lotado, dá tempo de fofocar e falar mal da vida alheia enquanto espera. Além disso, é bom ter alguém pra segurar a porta do banheiro, caso ela não feche.
2. Se a porta não fecha e você foi ao banheiro sozinha, vai ter que "rebolar".
3. Segure a porta com o joelho enquanto você se ajeita.
4. Posicione-se, dando uma distância ideal para evitar respingos, mas segura o suficiente para evitar vazamento.
5. Se o banheiro for apertadinho, dá pra segurar a porta com a mão.
6. Se você tiver bebido muito, e quanto mais bambas estiverem suas pernas, mais vai demorar o xixi. Murphy é implacável! Nesse caso, relaxe!
7. Terminou? Se tiver papel é o melhor dos mundos. Use a cabeça [literalmente] pra segurar a porta e mãos a obra.
8. Não tem papel? Aguente mais um segundinhos e dê uma balançadinha nos quadris.
9. Recomponha-se. Enquanto isso, continue segurando a porta com a cabeça.
10. Por favor, puxe a descarga! E não jogue papel no chão. A pior coisa que tem é sair do banheiro com papel higiênico grudado no sapato.
11. Lave a mão! Caso não tenha papel toalha para enxugar, sacuda as mãos molhando todo mundo que esteja por perto. Se quiser evitar reclamações, enxugue na sua roupa.
12. Enxugue o suor. Retoque a maquiagem. Confira novamente se não tem papel higiênico grudado no seu sapato.
O público masculino ficou em polvorosa com o post das vacas.
Atendendo a pedidos, mas muito a contragosto, vou publicar o que eles dizem:
Toda mulher pode ser vaca pelo menos uma vez na vida!
Agora atendendo ao pedido da Tchuri, que ficou indignada com o Antenor Cavalcante, personagem vivido pelo Tony Ramos na novela Paraíso Tropical, quando ele disse que homem pode trair, mas mulher que trai é vagabunda.
É rapazes, pensando bem, eu concordo com vocês!
Toda mulher pode ser vaca pelo menos uma vez na vida.
De preferência depois de descobrir que o parceiro era um cretino.
Dizem que chumbo trocado não dói, né?
Dói sim! Mas pelo menos o prazer da vingança alivia a dor.
A vingança é um sushi!
Não dá nem pra dizer que isso é coisa de novela, porque tem muitos homens por aí que pensam da mesma forma que o Antenor.
Homem que trai é garanhão. Mulher é vagaba.
Eu, particularmente, sempre tive uma visão bem relaxada com relação a traição. Sem querer generalizar, mas já generalizando, todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já traiu. Homens e mulheres. Gays e lésbicas. Todo mundo! E se não traiu, anota aí, ainda vai trair.
Os homens geralmente traem por tesão, desejo... Por instinto!
Eles são educados para exercerem a função de pegadores, garanhões...
Mulheres traem porque estão apaixonadas, ou por vingança.
Poucas, muito poucas, traem por desejo.
Num mundo perfeito não existiria traição.
A suruba reinaria! Hauahuaahua...
Como vocês puderam conferir no post anterior, os [muitos] anos de farra me renderam boas histórias e me ajudaram a desenvolver algumas técnicas de sobrevivência nas baladas. Uma delas, talvez a mais importante, é a que descrevo abaixo.
1. Tente reservar uma mesa. Descubra o telefone da casa e ligue com antecedência para reservar uma mesa bem localizada.
2. Algumas casas noturnas não aceitam reserva, nesse caso chegue cedo.
3. Mais importante do que chegar cedo ou reservar uma mesa, é fazer amizade com os funcionários da casa noturna. Lógico que devemos ser gentis e educados com todo mundo, mas devemos ser ESPECIALMENTE cordiais com os garçons e barmans. Afinal, eles sempre dão um jeitinho para arrumar uma mesa bacana.
4. Tá, agora já era. Não deu mesmo para conseguir uma mesa? Welcome to the jungle. Ache um lugar ideal e fique lá. Ficar andando que nem barata tonta em balada é a pior coisa que existe. E irrita quem está parado!
5. Ficar perto do bar pode ter até algumas vantagens mas geralmente aquele empurra-empurra é bem inconveniente.
6. Eu estou numa comunidade do Orkut chamada "Onde eu paro vira passagem". Se você for reparar, é sempre assim em balada. Você e seus amigos acham um lugar tranqüilo e de repente começa a passar um monte de gente, aí vai chegando mais gente, e parando, até que você fica apertada no meio de uma muvuca. O que fazer? Dance. Dance bastante. Mexa todos os membros, de preferência os cotovelos. Jogue os cabelos... Pule... Mexa-se!
7. Não adiantou? Atenção aos detalhes. Veja se no meio dos "intrusos" tem alguma mulher com escova ou chapinha. Sempre tem! Nesse caso, fume! Fume e jogue a fumaça bem na direção do cabelo da moçoila. Como geralmente essas pessoas lavam o cabelo uma vez na semana, ela não vai querer um cabelo fedendo a cigarro. E vai sair de perto de você.
8. Em último caso, mas só em último caso, use o cigarro pra dar uma leve, eu disse LEVE, queimadinha em um dos invasores. Mas tem que ser bem leve mesmo, pra não apagar o cigarro. AHAHAHAHA...
Nesse fim de semana eu me diverti muito. Quer dizer, eu geralmente me divirto bastante nos fins de semana mas esse foi particularmente especial: Overload e Jukebox no All Night Pub, minhas duas bandas locais favoritas. Ah, como eu dancei...
Na volta pra casa tive a idéia de escrever esse texto. Não sobre essa noite específica, mas sobre todas que foram embaladas ao som da Jukebox.
Café Habitat A melhor definição pra essa fase foi dada um dia desses por uma amiga minha, quando disse que "era uma época em que bebíamos muito e fazíamos muitas besteiras. Hoje a gente continua bebendo muito, mas não fazemos mais TANTAS besteiras."
Uma das épocas mais divertidas da minha vida. Todo fim de semana estávamos lá, eu e minhas amigas. Tínhamos sempre uma mesa reservada, enchíamos a cara de Caipirinha de Vinho e dançavamos como loucas ao som da Jukebox.
Trilha sonora: Back on the chain gang (Pretenders) e Can't stop loving you (Van Halen).
Pupunha Eu acho que foi a fase mais punk no quesito "alcoólico". Tenho muitas histórias daqueles tempos, mas como as melhores não são minhas: ABAFA! hauahuaha...
Trilha sonora: Man! I feel like a woman! (Shania Twain).
Hollywood Eu adorava aquele lugar. Outro com muitas histórias. Vai ser clichê se eu disser que foram muitos porres também? [risos] Foi lá que eu aperfeiçoei minha técnica-ninja-de-delimitação-de-espaço-numa-casa-noturna-lotada. Depois faço outro post dando as dicas.
No Hollywood surgiu a Skarloffita [uma amiga ganhou esse apelido carinhoso devido o alto consumo de TRÊS Skarloff Ice].
Ah, e saindo de lá foi que eu e uma amiga fomos parada pela polícia quando, em uma atitude desesperada, essa amiga parou em um beco escuro em plena Compensa pra fazer xixi.
Bons tempos...
Trilha sonora: All for you (Sister Hazel).
All Night Pub Já assisti umas três ou quatro apresentações da Jukebox no All Night.
Confesso que no início eu tinha certo preconceito com relação ao "público-alvo" da casa, mas já passou.
Me divirto bastante sempre que vou lá. Já tomei até banho de Chope Sujo. Ahahahah...
Trilha sonora: Accidentaly in love (Counting Crows), All for you (Sister Hazel) e Overkill (Men at work).
Também assisti shows da Jukebox em váááários outros lugares. Allegro, Fellice, Les Gens... Mas as fases mais marcantes foram as que citei acima, onde ja tínhamos nosso lugar cativo, conhecíamos todos os garçons... Ai ai...
Detalhe que eu escrevi esse texto logo após assistir a cena da novela Paraíso Tropical onde a personagem Ana Luíza flagra seu marido com a amante.
Eu sou noveleira daquelas que se empolgam em certas cenas, como na hora que a Ana Luíza olhou pra amante do marido e disse um alto e enfático "VAGABUNDA". Eu, empolgadíssima, gritei: "PEGA FILHA DA P^%".
Eu não sou muito a favor de que as esposas e namoradas saiam estapeando as amantes quando a outra não sabe da existencia da titular, ou pelo menos quando as duas não se conhecem.
Tá, eu também acho que isso é muito raro, mas acontece. Eu mesma já fiquei com um cara durante uns três meses sem desconfiar que ele tinha namorada. E olha que nós éramos vizinhos. Só descobri quando, em um belo dia, vinha chegando da faculdade e encontrei os dois pombinhos na frente da casa dele. O que eu fiz? Nada. Baixei a cabeça e entrei em casa, como se nem o conhecesse. E depois disso? Eu fiquei com raiva, "desfiquei", a namorada voltou pra cidade dela e tudo voltou ao "normal".
Mas quer saber o que me tira do sério? VACAS. E não essas que a gente come, que são sagradas na Índia. São aquelas vacas que boa parte dos homens tende a comer. Essas que não respeitam nada, que desafiam as titulares, que fazem questão de provocar. Como disse a Ana Luíza, VAGABUNDAS mesmo. Aquelas que ficam ligando, mandando mensagem, deixando recadinhos, que aparecem propositalmente no mesmo lugar que o sacana vai levar a namorada/esposa, que tenta virar melhor amiga da titular, que encara e dá em cima de homem acompanhado, VACAS! Essas merecem apanhar. Rá!
E olha, eu não sou falso moralista. Eu já fui amante, e não vou dizer que nunca mais serei, mas, o que eu puder fazer para evitar, pode crer que eu farei. Por quê? Porque eu não faço com os outros o que não quero que façam comigo. E porque eu não sou vaca! Pelo menos não mais... ahuahauahuhau...
É preciso ter saúde, física e mental, para agüentar o tranco do dia-a-dia e seguir em frente, firme e forte, rumo a um futuro melhor.
É preciso ter serenidade para saber o melhor momento de parar tudo e esperar a poeira baixar.
É preciso ter humildade para reconhecer seus erros e descobrir a hora certa de sair de cena.
É preciso ser perseverante para ir à luta em busca de seus ideais e correr atrás dos seus sonhos, sem passar por cima dos seus valores.
É preciso ter fé para nunca esmorecer frente às dificuldades impostas pela vida.
É preciso saber que o sucesso, o dinheiro, a beleza e a juventude são efêmeros e ilusórios.
É preciso muita coragem para constituir família numa época em que o amor ao próximo está tão fora de moda.
É preciso o amor incondicional de uma futura mãe para nos fazer acreditar que nem tudo está perdido, para vislumbrar uma luz no fim do túnel, para depositar nessa nova geração a esperança de um mundo melhor, para nos estimular a lutar pela paz.
É preciso que do amor seja gerado um embriãozinho, que sem saber, mesmo sem querer, já toma conta de grande parte de nossos corações e nossas vidas, nos tornando pessoas melhores...
ps: Já era pra eu ter postado esse texto há mais tempo, mas primeiro enviei a futura mamãe, Aidinha! Amiga, não canso de dizer: estamos muito felizes com a gravidez. Preciso ver a barriga!!
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