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Segunda-feira, Abril 30, 2007
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Mons, Anninha, eu e Moninha
Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras, né?
Fim de semana feliz!
Música, chopp, palavras de otimismo, seriados...
Amanhã eu posto algo mais "interessante", hoje tô sem inspiração.
Pra ser sincera, eu tô é muito rabugenta hoje.
Maldita TPM!
MelissaG | 14:49 |
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Quarta-feira, Abril 25, 2007
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[um post non sense]
Eu não sei sobre o que escrever.
Pensei, pensei, e nada me veio à mente.
Aceito sugestões!
Resolvi escrever sobre qualquer coisa que passasse pela minha cabeça.
O problema é que estou no quarto do meu irmão e esse relógio faz um barulho irritantemente alto, me desconcentra.
Hoje é aniversário de 98 anos da minha bisavó.
Sempre gostei de ouvir as histórias que ela contava sobre meu bisavô, Genesino Braga.
Lembro de quando eles moravam na José Clemente, perto do Teatro Amazonas. Eu ia visitá-los e sempre tinha aqueles biscoitos em lata importados com guaraná Magistral em garrafa de vidro.
Minha bisa sempre foi muito ativa. Morro de rir quando lembro que, ao suspenderem a cervejinha sagrada, ela começou a recorrer ao Biotônico Fontoura. É genético, né?
Ainda estou desempregada, mas estou com umas ótimas idéias.
Também andei fazendo uns contatos e espero que pelo menos um deles vingue.
Eu tava precisando de férias, mas seria melhor se eu estivesse viajando.
Estando em Manaus soa como um dia normal, sendo que mais tedioso que o normal.
Ainda continuo fazendo aquela faxina geral.
Já arrumei quase tudo. Só falta o banheiro.
Cá entre nós, lavar banheiro é muito chato!
Ao fim parece que malhei uma semana sem parar, dói tudo!
Nessas horas eu reconheço que preciso parar de fumar e começar a fazer exercícios.
Mas quando passa o cansaço eu desisto. Rá!
Fim de semana passado eu presenciei alguns micos.
Uma das raras vezes que não fui eu a protagonista.
Uma pena que é impublicável. Ahahahaha...
[eu avisei que era um post non sense]
MelissaG | 14:11 |
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Segunda-feira, Abril 23, 2007
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[salve Jorge!]
Armas de fogo, meu corpo não alcançará
Espadas, facas e lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é de Capadócia, viva Jorge
Jorge é de Capadócia, salve Jorge
(Jorge da Capadócia, Jorge Ben Jor)
MelissaG | 12:03 |
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Quinta-feira, Abril 19, 2007
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[faxina]
Ai, muito estranho ficar sem fazer nada.
Confesso que tava precisando descansar já que há quase dois anos não tirava férias.
Estou aproveitando pra arrumar umas coisas, jogar papéis velhos fora, separar umas roupas que não uso mais...
A faxina que estou fazendo na minha vida começou pelo emprego e agora passa pelo meu quarto.
Como quero começar uma nova fase, achei por bem me livrar de tudo que estava entulhando minha vida, desde roupas que comprei em liquidações e nunca usei até sentimentos totalmente dispensáveis, como mágoas e ressentimentos.
Organizei uns documentos, separei uns sapatos e umas roupas que não uso há muito tempo, arrumei minhas bolsas, meus livros, minha maquiagem e minhas bijuterias... Joguei fora um monte de papéis velhos, rabiscos que hoje nem entendo mais o que significam, agendas que ganhava e só usava nos primeiros dias do ano, canetas lindas mas que não funcionavam mais...
Também tenho procurado pensar mais sobre meu comportamento e minhas atitudes. Certas experiências, boas ou ruins, nos ajudam a formar a base que sustenta o que nos tornamos. Porém, algumas coisas são dispensáveis, só fazem atravancar nossa vida, como mágoas, ressentimentos, picuinhas...
Quem sabe, depois de toda essa arrumação, eu não encontre uma nova Chrys? Pronta pra viver novas experiências, novas emoções, e pronta pra seguir em frente, rumo a um futuro melhor.
Então é isso, preciso continuar minha faxina!
MelissaG | 12:12 |
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Segunda-feira, Abril 16, 2007
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Hoje eu vou tomar um porre
Não me socorre eu tô feliz
Nessa eu vou de bar em bar
Beber a vida que eu sempre quis
De bar em bar, Didi, um poeta (União da Ilha - 1991)
O primeiro porre a gente nunca esquece!
Quer dizer, a não ser que você tenha sido acometido pela famosa "amnésia alcoólica".
Vou fazer um "depoimento" bem ao estilo Reunião do AA.
Oi, meu nome é Chrys e eu não bebo há... hã... dois dias!
Eu lembro do meu primeiro porre.
Bebi umas quatro ou cinco Cubas [elas me derrubam até hoje], confundi pessoas, bati altos papos com desconhecidos como se eles fossem meus amigos de infância, sentei de perna aberta, dei cambalhotas [de saia]... Foi uma desgraça! Depois desse vexame, dei um tempo na birita.
Passei a beber de verdade, como gente grande, quando entrei na faculdade. Primeiro bebia cerveja de canudinho. Que horror! Ficava bêbada com uma lata. E essa lata, talvez por causa do canudo, rendia a noite inteira. Praticamente uma sopa!
Teve a fase do "quem não agüenta bebe leite!", quando deixávamos de assistir aula [de manhã] pra beber no Flutuante da Tia. E ficávamos até à noite. Era punk!
O pior estágio do "alcoolismo" se deu no auge dos Jack Free's no Coração Blue. Prova de que às vezes ser amiga do barman pode ser prejudicial à saúde. Eu aparecia e meu amigo já preparava aquela Cuba esperta, com pouco gelo, sem limão e sem canudo, com bastante rum. Que tal? Era bater e ver. Bebia algumas [nunca consegui contar quantas] e de repente lá estava eu, descalça, descabelada, geralmente me apoiando num mastro [só apoiando], falando alto, dançando axé...
E apesar de tudo isso, eu nunca vomitei em público. Em compensação, quando chegava em casa... O teto começava a rodar e já era! Como disse o sábio Cazuza "... e me lembrar sorrindo que o banheiro é a igreja de todos os bêbados".
Hoje em dia eu não consigo mais ficar bêbada. O que pode ser perigoso! Eu não fico mais bêbada porque estou bebendo menos ou porque meu organismo já está imune? Preocupante!
Plagiando aquela propaganda da Skol, o bom é que tirando os exageros, vou ter muitas histórias engraçadas pra contar pros meus netos.
Agora, ao fim do depoimento, vocês respondem: "Obrigaaaada, Chrys! Mais um dia!"
Bebo vem e bebo vai
Que nem maré
Balança mais não cai
Boêmio é
De bar em bar, Didi, um poeta (União da Ilha - 1991)
MelissaG | 16:54 |
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Sexta-feira, Abril 13, 2007
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Você arranjou outra e me deixou
E agora eu não consigo me conformar
Eu passo o tempo todo a perguntar...
O que que ela tem que eu não tenho?
O que que ela tem que eu não tenho, Aliados 13
Eu tava conversando com uma amiga pelo MSN ainda agora, procurando achar um motivo pro insucesso em nossos relacionamentos.
Nós somos inteligentes, educadas, simpáticas, com nível superior, podemos ser apresentadas aos amigos e à família, de alto nível cultural, temos bom gosto, sabemos nos comportar em eventos sociais...
Tudo bem que não somos gostosas como a Juliana Paes, nem bonitas como a Grazzi Massafera, mas temos nosso charme e até que "damos pro gasto".
No fim das contas, o mais importante é que somos bacanas, geralmente os amigos dos pretendentes nos adoram por não enchermos o saco por causa do futebol da semana ou da cervejinha only for men e, modéstia a parte, manjamos bem do "caqueado" [se é que vocês me entendem].
Agora me digam, o que que as outras têm que nós não temos?
Só existe uma explicação: elas dão o cu.
Seria cômico se não fosse trágico, pode até parecer ridículo [e é!] mas foi a única característica em comum que encontramos e que pode influenciar diretamente no [in]sucesso de um relacionamento.
Concluímos que, mulheres que dão o cu tem privilégios.
Agora meus amigos, me perdoem o trocadilho, o cu vai entrar no meio. Ah, ele vai rodar!
[risos, muitos risos!]
MelissaG | 17:04 |
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Quarta-feira, Abril 11, 2007
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[devaneios de uma madrugada insone]
O novo blog do Roderick e este texto têm uma coisa em comum: a circunstância em que foram criados - uma noite de insônia.
Como parei de trabalhar e estou, digamos, mais "descansada", tenho encontrado certa dificuldade para pegar no sono. Fico rolando de um lado para o outro da cama, pensando na vida e contando carneirinhos.
Ainda agora tava lembrando do que uma pessoa me disse domingo, na reunião de Páscoa da minha família. Na hora do jantar, me servi e fui sentar a mesa com meus primos. Sentei na cabeceira, único lugar disponível, e de repente uma senhora veio ao meu encontro e falou, ao meu ouvido, para eu trocar de lugar porque quem senta a cabeceira não casa.
Inacreditável, né? Acabo de constatar que minha família realmente teme que eu fique encalhada. Eles se preocupam mais do que eu!
Tá, a idéia de ficar no caritó não é das mais agradáveis, mas daí a mudar de lugar só pra não correr o risco é demais pra minha cabeça. Além disso, existem motivos muito mais concretos que podem me levar a ficar pra titia do que um mero lugar a mesa.
Eu sou implicante, acordo de mau humor, na TPM fico insuportável, não tenho muita paciência, de vez em quando sou meio egoísta, não sou prendada, obediente e daria uma péssima dona de casa, detesto dar satisfações, estou fora de forma, já passei da idade de arrumar um pretendente em baladas lotadas e, pra completar, estou desempregada.
Ou seja, com tanta coisa mais importante para eu melhorar, eu vou perder tempo mudando de lugar a mesa? É ruim, hein!
MelissaG | 12:40 |
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Terça-feira, Abril 10, 2007
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[não julgue um livro pela capa!]
Sempre ouvimos [e por vezes até tecemos] comentários do tipo "o que aquela menina tão bonita faz namorando aquele horroroso?", e pior, ainda tem quem responda "Ah! Ele deve ser rico!". Ou então "já viu o fulano? Está namorando uma coroa!", e aí surge a simples, óbvia e única explicação plausível, "Com certeza ela está bancando as farras dele.".
É até ridículo constatar quão simplistas, maldosos e preconceituosos, nós somos. Será que aquele cara "feio" também é grosso, chato, burro, sem-graça, ruim de cama e blábláblá? Será que não existe no dito cujo uma só qualidadezinha que o torne interessante? Não tem aquele ditado que fala que "quem ama o feio, bonito lhe parece"?
Isso geralmente ocorre quando julgamos pessoas sem as conhecer. E quando nos damos essa oportunidade, de saber mais sobre elas, na maioria das vezes, caímos do cavalo.
Meus bons amigos, onde estão
Notícias de todos quero saber
Cada um fez sua vida de forma diferente
Às vezes me pergunto: Malditos ou inocentes?
Meus bons amigos, Barão Vermelho
Dizem que devemos ter poucos e bons amigos, que não devemos confiar tanto nas pessoas, para evitar decepções.
Durante algum tempo, depois de quebrar a cara várias vezes, eu realmente parei de confiar nas pessoas. Eu ficava com o pé atrás ao iniciar qualquer tipo de relacionamento.
Confesso que isso não durou muito tempo. E muitos devem pensar "essa daí é tapada, não aprende mesmo!". Pode não parecer, mas eu aprendi...
Aprendi que as pessoas erram, que elas têm defeitos, que às vezes escolhem os caminhos errados... Como qualquer ser humano. E sim, elas nos decepcionam! Mas isso acontece porque nós sempre depositamos nelas nossas expectativas de encontrar alguém perfeito, que nos entenda, ajude, apóie... Alguém que sempre saiba o que dizer, que esteja por perto sempre quando precisarmos...
O que a gente esquece é que, assim como nós, esse alguém também tem problemas, dúvidas, e que nem sempre essa pessoa saberá o que nos dizer ou como agir, nem sempre ela poderá estar ao nosso lado... Isso não a torna uma má pessoa. Isso não significa que ela não seja amiga.
Nesse momento, você, meu querido leitor, não entende mais nada.
Essa louca [eu!] começou escrevendo sobre um assunto e de repente, do nada, mudou completamente o rumo dessa prosa.
Eu explico! O que quero dizer é que eu realmente tenho muitos amigos. E se essas pessoas especiais existem na minha vida hoje, é porque, um dia, eu me dei a oportunidade de conhecê-las melhor, a chance de descobrir as qualidades e os defeitos de cada uma delas, permiti que elas fizessem parte do do meu convívio e se unissem ao meu seleto, mas não restrito, grupo de amigos.
O mais importante é ter fé... Ter fé nas pessoas!
MelissaG | 11:34 |
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Quinta-feira, Abril 05, 2007
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Imagem de Moidsch
[maestro, qual é a música?]
Uma das grandes paixões da minha vida é a música.
Eu fui criada ouvindo boa música. Meu pai era daqueles roqueiros que quando chegava em casa ligava o som no volume mais alto pra relaxar. Mas era alto mesmo, de rachar os vidros da janela. E de matar os vizinhos de raiva.
Lembro que um de nossos programas preferidos era ir a Mesbla [direto do túnel do tempo] comprar discos de vinil, e depois cd's. Ainda guardo aqui em casa um grande acervo de vinis e cd's comprados numa das melhores fases da minha vida.
Led Zeppelin, Peter Frampton, Pink Floyd, Elvis Presley, Tina Turner, Eric Clapton, Humble Pie, Janis Joplin, The Beatles, Joe Cocker, Dire Straits, Bread, Rolling Stones... Mas não só de rock vive o homem. O que meu pai apreciava mesmo era música boa. Por isso nessa coleção também tem Almir Sater, Sérgio Reis, Marisa Monte... Mas esses eram os exemplares do meu pai. A minha coleção começou com Simply Red, Phill Collins, Lulu Santos, Bon Jovi, Paralamas do Sucesso, Ben Jor... [vou abafar a fase de Menudo, Dominó, Paty, e por aí vai]. Lembro quando ganhei do meu pai o disco do Gabriel, O Pensador. Era muito engraçado! Nós nos divertíamos muito ouvindo aquelas músicas.
Meu pai também sempre me incentivava a ir a shows. Ele me levou pra ver Information Society, Paralamas do Sucesso e a vários shows do Lulu Santos. Ah, e aos doze anos tive oportunidade de assistir o Hollywood Rock, no Rio de Janeiro. Skid Row, Extreme, Seal, EMF, Titãs, Paralamas, Lulu Santos... Muito bom!
O engraçado disso tudo é que criei uma mania de associar certas músicas a fases da minha vida, ou a ocasiões específicas.
Quando eu tinha uns onze ou doze anos, costumava passar os fins de semana na casa de uma amiga de escola. A música dessa época era "To be with you" do Mr. Big. A minha primeira paixão será sempre lembrada por "More Than Words", do Extreme. O vizinho que eu paquerava tem cara de "Vento ventania", do Biquíni Cavadão. "Someday I'll Be Saturday Night", do Bon Jovi, me faz lembrar de quando saía da missa do Dom Bosco, aos sábados, com minhas primas, e íamos passear na Ponta Negra. Meus porres de Café Habitat soam a "Back on the chain gang", do Pretenders, e a "Can't stop lovin' you", do Van Halen. Já a fase de Pupunha tem som de "Man! I feel like a woman", da Shania Twain. Toda vez que ouço "All for You", do Sister Hazel, lembro do eterno-pretê-ideal. Quando escuto qualquer música da Alcione me lembro de quando matamos aula na faculdade pra beber num boteco meio barra-pesada perto do Aeroporto de Ponta Pelada. E se eu continuar a enumerar todas as minhas recordações musicais esse texto não vai terminar tão cedo...
Qual a trilha sonora da sua vida?
MelissaG | 12:13 |
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