Domingo, Agosto 10, 2008


[amor e sexo]


Bate papo de boteco é sempre inspirador. Depois de uma semana pancada de muito trabalho, nada melhor que reunir os amigos para tomar umas cervejas e falar bobagens. A pauta: futebol, música, relacionamentos... Meleca de nariz, prisão de ventre, sexo anal, lubrificantes “ácidos”... E várias sugestões para os próximos temas do Especial PROIBIDÃO.

De antemão aviso que o texto retrata uma opinião pessoal e não visa fazer apologia ao sexo descompromissado, nem sugere que as pessoas saiam por transando com “passantes”. Só que, como dizem, entre quatro paredes, desde que todas as partes estejam de acordo, vale tudo. Não necessariamente entre quatro paredes, mas abafa!

Eu, que sempre encarei o sexo pura e simplesmente como sexo, um ato de prazer, química e paixão, nunca apliquei a expressão “fazer amor” como sinônimo do ato sexual. Muito pelo contrário, acho que amor e sexo são duas coisas totalmente distintas. Mesmo quando feito por pessoas que se amam. Entenderam?

Por fazer essa distinção entre amor e sexo, não curto muito aquele sexo “amorzinho”, delicadinho, o casalzinho deitadinho na caminha, de pijaminhas, com juras e declarações de amor... Para ser sincera, eu fico com vontade de rir quando o trepê [que voltou a ser trepê! êêêê...] me chama de “amor” quando estamos transando.

Partindo dessa premissa, já deu para imaginar que eu gosto mesmo é que me jogue na parede, me chame de lagartixa... Oh, yeah!

"O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos..."

Amor e sexo, Rita Lee



[PROIBIDÃO VIII: FETICHES – CADA UM NO SEU QUADRADO]

Ou, cada doido com sua mania... E como eu não posso falar das “manias” alheias, falarei das minhas... Que não são poucas!

Eu não sei se posso considerar fetiche o fato de eu adorar ver o tesão estampado no rosto do cara. Curto ficar provocando o parceiro até não poder mais... De preferência em momentos inapropriados. Como no carro, com outras pessoas no banco de trás. A mão começa na coxa, vai subindo e, de repente, ops... O papo continua, como se nada tivesse acontecendo... Com a cara mais deslavada do mundo. Ou na despedida, na porta de casa, saindo do carro, para deixar o gosto de “quero mais”.

Outro fetiche, e esse eu adoro, é usar lingeries e espartilhos. Uma combinação de matar: espartilho, calcinha, meia calça e salto alto. Nunca mais usei, inclusive. Desde que o trepê reclamou que dá muito trabalho desabotoar todos aqueles colchetes. É, pensando bem, certas horas temos que ser mais práticos.

Mas o que eu gosto mesmo é de uns bons tapinhas. Vejam bem, eu disse TAPINHAS! E muitas mulheres que conheço também adoram! Puxões de cabelo, tapas na bunda, mordidas, arranhões, tapinhas na cara... Um sexo mais “selvagem”, eu diria!

O grande problema é que você tem que saber bem para quem pedir. Pedir que um ogro bata na sua cara, por exemplo, é correr o risco de ficar desdentada, desacordada, com um olho roxo ou, na menos pior das hipóteses, com a cara ardendo. E não dá nem para enquadrar o cidadão na Maria da Penha. Pediu...

Mas... Um tapinha não dói!




FALANDO NISSO...

Pinguelo de Bacon
Por Alfredo


Outro "causo" legal desse meu tempo de solteiro, foi com uma mulher que conheci no mIRC. Depois minha mãe fica reclamando que eu só uso internet pra bate-papo. Contatos, mamãe. Contatos.

Ela sempre mandava fotos de biquíni, de calcinha, só com um coração de pelúcia cobrindo os seios. Até que fui comprovar tudo aquilo ao vivo. A primeira vez que fui à casa dela só rolou umas beijocas e uns "afagos". Depois nos falamos de novo e marcamos de ir pro motel, finalmente.

Fui pegá-la em casa e fui em direção ao motel que eu gostava de ir naquela época. Dei sinal que ia entrar, quando ela falou: "Ai, gosto daqui não. vamos pro Playboy". AAAAAAAAAHHHH puta exigente!

Fomos. No caminho ela vinha falando que tava tímida, com vergonha, porque nunca tinha feito aquilo, daquele jeito... (ãrrã!)

Entramos no motel, começamos com todo aquele processo... Beijos, mãos, dedos, línguas e etc. E ela falando "Ai, eu to com tanta vergonha"... (e o pau na boca, né?). Ok!

Chupisco vai, chupisco vem, puxo ela pra cima pra poder dar aquela linguada, o famoso 69! Foi quando pra minha surpresa, vi o maior pinguelo do mundo. Devia ter uns 8 cm! Tá, nem era tanto assim, mas era realmente grande! Sem falar nos grandes lábios, que eram na verdade "imensos lábios", mais pareciam duas fatias de bacon cruas.

É amigos, tive que cair de boca naquele monstro. Ainda bem que era cheiroso e carequinha. E do jeito que ela tava chupando, era meu dever retribuir a gentileza.

Ok, depois de não sei quanto tempo de chupiscos, chegou a hora de meter no monstro.

Ela levantou e veio pra cima. Com toda aquela timidez, ela pulava que nem uma égua, repetindo inúmeros "ais!". Aos poucos ela foi se soltando mais e esqueceu a timidez.

Usou todo o repertorio de posições por cima que ela lembrou, enquanto eu tava “de boa”. Que maravilha! Não podia ser melhor. Então sugeri que ela ficasse de quatro. ADOOOOOOORO!

Quando ela saiu de cima e sentou na cama, ouvi aquele som "PRRRRR!".

Eu pensei: "Caralho! A puta peidou! E nem se espantou... Que fdp!". Não era peido. A mulher tava cheia de ar na buceta e tava saindo tudo. Toda vez que ela sentava... "PRRRRRR!". KKKKKK!!!

Aquilo tava me incomodando, e ela nem tchum! Deixei pra lá os peidos da xota dela e me concentrei em comer aquele monstro greludo. Foi quando ela se soltou de vez.

Ela: Vai, me fode! AAAiii! Me bate, vai. Me bate!
Eu: OK! PAH! PAH! PAHPAHPAH!!
Ela: Puxa meu cabelo! Me fode!! aaaiiiii...

Nessa hora eu já tava alucinado. A mulher enlouqueceu. Eu ainda não tinha visto nada.

Ela desembestou: "Me fode! me beija! Me bate! Puxa meu cabelo! Come meu cu! filho da putaaaaa!!!"

Mermão!!! E agora, como é que faz tudo de uma vez?!

O cu eu não podia deixar, né? Como bem mandado que sou, dei aquela cuspida providencial e ferro na boneca. Cu frouxo.

Como ela já tinha dito que não queria que eu gozasse na boca, melei a cara dela toda. Se ela tivesse engolido, tinha dado menos trabalho pra limpar. A gente fala, mas não querem escutar...

Próooooooxima!!!


AVISO AOS NAVEGANTES!


Todas as segundas, das 20h às 22h, na Rádio Vertical – www.radiovertical.com, Rockxygenio, um programa de rock de todos os estilos, apresentado por Anna Terra, Evaldo Jr, Alexandre Novaes e Sandro Rodrigues.

Amanhã, dia 11/08, a participação especial dessa blogueira que vos escreve. Tuuuuudo o que você sempre quis saber sobre o blog Vende-se Pastel de Queijo [http://vendesepasteldekeijo.blogger.com.br], um dos mais antigos e polêmicos de Manaus.

Mandem suas perguntas, peçam suas músicas e acessem!!!

annaterra.ribeiro@gmail.com
alexandrehnovaes@hotmail.com
evaldojunior@hotmail.com
sandro.biriba@gmail.com

Relembrando: Rádio Vertical – www.radiovertical.com, amanhã [11/08], das 20h às 22h.



MelissaG | 21:09 |
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Domingo, Agosto 03, 2008


[hoje tem!]


Hoje é dia de... PROIBIDÃO!
Tema polêmico, que vem remoendo em minha mente por algumas semanas... E como bom “relógio velho”, tudo que preciso é de alguém que me dê corda. Como no post anterior, a Tchuri sugeriu...

O assunto de hoje é...


[PROIBIDÃO VII: PARAPAPARAPARAPARA...]


"O bagulho ta sério
Vai rolar um adultério
Vai rolar um adultério
Vai rolar um adultério
Prapaparaparapara...”

Adultério, Mr Catra






Jamais faça com os outros, o que não gostaria que fizessem com você!
Na teoria é tudo lindo, mas vamos fazer uma enquete rápida! Quem nunca foi, uma vezinha sequer, amante?

Antigamente eu achava que meu carma era ser a outra. Por incrível que pareça, toda-santa-vez que começava a sair com alguém, descobria na seqüência que o dito-cujo era comprometido.

Hoje em dia corre à boca pequena uma desculpa esfarrapada bem mais viável para o tal “carma”. A lei da oferta e da procura: todos os bons partidos já estão fora do mercado. O que fazer? A mesma coisa que você e suas amigas fizeram para resolver o impasse de quem compraria aquele par de sapatos lindo peça única que estava na vitrine por uma pechincha e que caberia no pé de quase todas. Dividir! Compartilhar! Emprestar! Será?

Capitalista-consumista-possessiva-ciumenta, talvez até aceitasse emprestar meu “par de sapatos” uma ou duas vezes, desde que ele retornasse aos meus pés sem nenhuma avaria. O que, cá entre nós, é praticamente impossível de acontecer. Seja com sapatos, seja com pessoas!

Como assim? Quer dizer que eu aceito pegar emprestado o “sapato” alheio mas na hora de emprestar o meu, imponho mil limitações e dificuldades? Claro, no dos outros é refresco. E quem disse que a vida é justa?

A amante carrega um fardo muito pesado. Geralmente “a outra” é taxada de vadia, destruidora de lares, concubina, meretriz, ou qualquer coisa do gênero. A amante geralmente carrega o estereótipo de uma mulher sacana, sem pudores, exploradora, que só pensa em roubar o “homem” alheio.

Gente, convenhamos, ninguém é de ninguém. Mas tudo bem, ninguém gosta de ser traído. E no fim das contas, é para junto da família que eles voltam depois de uma noite de libertinagem com as amantes. Mas será que as amantes só servem para isso? Sexo? E o que elas querem? Será que elas se envolvem com homens casados de caso pensado e querem mesmo arrancar todos os centavos do indivíduo?

Vejamos, contabilizei agora, quatro tipos de amantes. São elas:

1. A exploradora: Aquela que se aproxima de homens casados, bem estabilizados e, principalmente, LESOS, que bancam casa, carro, viagens e mordomias por uma boa foda.

2. A devoradora de homens: Aquela que quer ficar com homens casados só para provar, para as outras e para si mesma, que pode ficar com quem quiser, pondo à prova seu “poder de sedução”. Ou seja, vaca!

3. A stalker: Estilo “atração fatal”, aquela que vira psicopata depois de uma noite e nada mais. Liga incansavelmente para a casa do dito-cujo para ouvir a voz da esposa, persegue o miserável, descobre onde estudam os filhos, ameaça contar tudo para a parte traída... A louca!

4. A sem vergonha: Essa é aquela que não quer explorar, nem provar nada pra ninguém, muito menos vai virar psico-doida-varrida. Essa daí geralmente não resiste à tentação [ó Jesus!] e acaba cedendo à insistência do desgraçado. Mas tudo que ela quer é sexo e nada mais. Ou não, né?

Agora falando sério, uma coisa é fato: ser a outra não é a coisa mais desagradável do mundo. Se pensarmos bem, tem até umas vantagens. Segundo Mavis Davis, autora de um manual chamado “Você gosta de sexo vespertino?”, são elas:

*Com um homem casado, você sempre sabe muito bem em que pé está a relação: exatamente à beira de um precipício;

*Um caso com um homem casado ajuda a consolidar nossos sentimentos de abandono e insegurança;

*Você nunca vai ser obrigada a ser gentil com a mãe dele;

*Você sempre vai ter uma desculpa plausível para sua depressão, letargia, neurose e/ou para aqueles cinco quilos extras que não consegue mandar embora;

*Vai lhe sobrar bastante tempo livre nos finais de semana e feriados de fim de ano para fazer compras, ficar com a sua família, se engajar em ações de caridade e se sentir rejeitada;

*Passar o horário de almoço no motel é uma maneira ótima de não escapar da dieta;

*Você vai ter um bom motivo para chorar no cinema;

*Você não precisa lembrar a ele o horário do dentista, nem cuidar das cuecas sujas;

*Você não precisa fingir interesse pelo filho dele;

*Você vai ver com saudades e ele sempre vai estar em dívida com você de alguma maneira. Portanto, o sexo normalmente será, no mínimo, espetacular.

*Você não vai precisar ir aos enterros de parentes dele, nem aos jantares de família;

*Se você passar a topar namoros com homens casados, quadriplica a sua chance de conseguir companhia para sair.

Dentre todas essas vantagens relacionadas pela autora, podemos listar [quase] TODAS como sendo desvantagens de ser amante. Vejamos:

*Com um homem casado, você sempre sabe muito bem em que pé está a relação: exatamente à beira de um precipício. Ou seja, perda de tempo, relacionamento sem futuro.

*Um caso com um homem casado ajuda a consolidar nossos sentimentos de abandono e insegurança. É, porque você vai se sentir abandonada e insegura todas as vezes que o celular dele estiver desligado, todas as noites que ele não aparecer, todas as vezes que ele lhe tratar friamente, e por aí vai.

*Você nunca vai ser obrigada a ser gentil com a mãe dele. Porque você nunca vai fazer parte da família!

*Você sempre vai ter uma desculpa plausível para sua depressão, letargia, neurose e/ou para aqueles cinco quilos extras que não consegue mandar embora. Preciso dizer mais alguma coisa?

*Vai lhe sobrar bastante tempo livre nos finais de semana e feriados de fim de ano para fazer compras, ficar com a sua família, se engajar em ações de caridade e se sentir rejeitada. Mas ainda sim você vai se sentir rejeitada, não tem jeito.

*Passar o horário de almoço no motel é uma maneira ótima de não escapar da dieta. Transar com tempo contado ninguém merece! E pois é, você raramente conseguirá passar uma noite inteira com ele.

*Você vai ter um bom motivo para chorar no cinema. Buááááá... No fim do filme, as amantes sempre se dão mal.

*Você não precisa lembrar a ele o horário do dentista, nem cuidar das cuecas sujas.

*Você não precisa fingir interesse pelo filho dele. E se você tiver um filho com ele, coitado, o pobrezinho será eternamente o “bastardo”.

*Você vai ver com saudades e ele sempre vai estar em dívida com você de alguma maneira. Portanto, o sexo normalmente será, no mínimo, espetacular.

*Você não vai precisar ir aos enterros de parentes dele, nem aos jantares de família.

*Se você passar a topar namoros com homens casados, quadriplica a sua chance de conseguir companhia para sair.


"Eu sou amante porque eu posso.
Falo isso com orgulho.
O marido não é seu.
O marido agora é nosso".

Funk das Amantes



Helen Gurley Brown, criadora da revista Cosmopolitan, em seu livro “A vida sensual da mulher solteira”, diz que homens casados namoram mulheres solteiras porque:

*A solteira tem mais tempo e provavelmente mais dinheiro sobrando para investir em si mesma;

*Ela tem minutos livres extras para se dedicar aos seus exercícios diários, e uma hora inteira para fazer a maquiagem antes de sair de casa num sábado à noite;

*Ela sempre terá um sábado inteiro para encontrar o modelito perfeito em uma liquidação.



MelissaG | 23:26 |
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Domingo, Julho 27, 2008


“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.”
Dom de iludir, Caetano Veloso



[santa ou sonsa?]

Ontem alguém me perguntou se eu sou “quietinha” ou “pra frente”? Respondi que depende. Principalmente de ponto de vista. Em contrapartida, a pessoa disse que me via como uma “mulher fogosa, que age de forma a se satisfazer”. Pode ser... Fiquei pensativa e resolvi escrever sobre isso.

Sempre mantive um diálogo aberto com meus pais, e desde cedo conquistei a liberdade de sair, de ter amigos homens, de namorar, de viajar sozinha, de escolher minha profissão... Minha liberdade era condicionada sempre há um item: estudar para preservar “essa tal liberdade” para o resto da vida. Talvez por isso eu nunca tenha “despirocado”.

Eu nunca fui da turma das namoradeiras. Tive pouquíssimos namorados. Em compensação, quase sempre tive sexo a hora que quis, devido a alguns relacionamentos estáveis extra-oficiais.

Hoje, quase aos trinta anos, continuo vivendo com minha mãe. Com liberdade irrestrita. Trabalho, vou à academia, tomo uns chopes com os amigos, saio com os amigos simplesmente para me divertir. Por uma questão de respeito, tento manter minha mãe sempre informada dos meus passos.

Nunca me viciei em drogas [ops, cigarro e álcool], sempre transei com preservativo [exceto a primeira vez], nunca fiz um aborto, nunca fui presa, nunca bati em ninguém além do meu irmão [apesar da constante vontade de socar algumas pessoas]... Estão entendendo o porquê do meu “depende”? Olhando por esse ângulo, eu sou quietinha sim.

Agora cá entre nós que eu sempre fui bem “páfrentxi”. Não porque eu falo abertamente sobre sexo e sobre minha vida sexual. Não por ter me relacionado com homens comprometidos e levado numa boa. Não por levantar a bandeira do sexo pelo sexo, e pelo prazer que ele proporciona. Nada disso. “Pra frente” porque nunca julguei ninguém. Porque nunca me fiz de sonsa. Porque sempre assumi minhas palavras, atitudes e opiniões. Porque nunca precisei fingir ser que não sou para agradar outra pessoa. Em outras palavras, “pra frente” porque nunca fui falso-moralista.

Dito isso, caímos em outra questão. ELES PREFEREM AS SONSAS. Como diria Sinhozinho Malta, tô certa ou tô errada? Perguntei para a pessoa com quem conversava se era bom ser “pra frente” e ela [a pessoa] me disse que achava sensacional. E realmente é. Mas vejamos com quem essa pessoa se relaciona, com uma sonsinha ou com uma “danada”. Adivinhem!

Vários amigos já disseram na minha “lata” que eu costumo “assustar” os homens. Outro dia desses, o Marcello – leitor aqui do blog, depois de me encontrar num barzinho, veio falar comigo pelo MSN e disse a mesma coisa. Que esse meu jeito de quem sabe o que quer, de mulher independente, acaba inibindo a aproximação masculina. Como assim?

Homens, não se reprimam, eu não mordo!

Rá!


Bitch
Meredith Brooks

I hate the world today
You're so good to me
I know but I can't change
Tried to tell you
But you look at me like maybe
I'm an angel underneath
Innocent and sweet
Yesterday I cried
You must have been relieved
To see the softer side
I can understand
How you'd be so confused
I don't envy you
I'm a little bit of everything
All rolled into one

I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way

So take me as I am
This may mean you'll have
To be a stronger man
Rest assured that when
I start to make you nervous
And I'm going to extremes
Tomorrow I will change
And today won't mean a thing

I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way

Just when you think you've got me figured out
the season's already changing
I think it's cool you do what you do
and don't try to save me

I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way

I'm a bitch, I'm a tease
I'm a goddess on my knees
when you hurt, when you suffer
I'm your angel undercover
I've been numbed, I'm revived
can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it any other way





MelissaG | 03:03 |
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Domingo, Julho 20, 2008


[pré-coito]


Domingo agora é dia oficial de PROIBIDÃO.

No “episódio” de hoje, a arte da sedução. O ritual “pré-coito”.




[PROIBIDÃO VI: NÃO PROVOCA, A CARNE É FRACA!]


Relendo os textos do PROIBIDÃO, notei que pulamos uma das fases principais da sacanagem. A sedução. Aquele clima sexy que rola antes de consumar o fato.

Inspirada nos últimos acontecimentos, e com a colaboração da Bia e da Tchuri, elaborei uma listinha com algumas dicas básicas.

TURN ON
Beijo na nuca, sacanagens ao pé do ouvido, voz rouca, voz grossa, toque suave, pegada forte, olhar, cheiro bom, barba por fazer roçando no pescoço, música boa para criar o clima... E o principal: um bom papo e alguns elogios. O ponto G fica no ouvido.

TURN OFF
Apelidinhos, indecisão, mau hálito, mau cheiro, língua muito melada no ouvido, beijo que baba até a testa, mão mole, pagode mela cueca, Calypso, forró...


[baseado em fatos reais]


Dia desses fui dar uma volta com meu pretê a trepê. Eu, ele e um amigo em comum. Na verdade, a única a passeio ali era eu. E que passeio divertido!

Enquanto dirigia, ele ficava roçando o braço dele no meu. Notava que de vez em quanto ele ficava me olhando. E quando eu falava, olhava nos meus olhos. Ou melhor, nos meus óculos escuros. Fazia carinho em minhas mãos, que estavam estrategicamente posicionadas em cima das minhas coxas.

No meio do caminho avistei um garotinho vendendo algodão doce. Eu adóóóóro algodão doce. De lamber os dedos. Depois de alguns pedaços, com os dedos melados de açúcar e sem um guardanapo no carro, tive que ser mal educada e chupar meus dedos indicador e polegar [fura-bolo e cata-piolho, para os leigos]. Lentamente, molhados na medida certa, de baixo para cima, meus dedos ficaram limpinhos. E por pouco escapamos de passar do sinal fechado. Por que será?

Moral da história: Nunca tentem provocar um homem enquanto ele dirige. Evitem acidentes!


E vocês, quais suas dicas de sedução? O que deixam vocês acesos e o que faz vocês broxarem durante a conquista?


"You turn me on
Now don't turn it off
Cause I don't want to fade out tonight.
Your lips are the sweetness,
Your bodys the sin.
A single touch and my skin is electrified
One kiss, two hearts beat in time

Here's my hello, Blake Lewis




MelissaG | 23:41 |
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Sexta-feira, Julho 18, 2008


[esclarecendo...]

Por força do hábito, acabo usando uma “linguagem” própria, esquecendo que alguns leitores estão começando a “freqüentar” agora essa humilde pastelaria.

No post de hoje vou “traduzir” as expressões incompreendidas por algumas pessoas, dos textos mais recentes.


POST: Artigo publicado em blog.

DIBOB: De bobeira.

HIPER-ULTRA-MEGA-POWER: Super, demais.

PRETÊ: Pretendente. Pode ser um paquera, namorado, marido... Ou seja, um “pretê” é alguém que você quer para chamar de seu. Entendeu?

TREPÊ: É um pretendente para assuntos "fodásticos", ou “fodísticos”. Enquanto com o “pretê” você almeja uma relação estável, o “trepê” é aquele a quem você recorre em momentos de “seca”. Ah, e você não precisa ter só um indivíduo dessa espécie. Pode ter váááários, mas o grande lance de ter um “trepê” é justamente a intimidade, o respeito mútuo, a química, o sexo de excelente qualidade e, principalmente, a confiança.

PRETÊ A TREPÊ: Pretendente a “trepê”. Ou melhor, um sujeito que não "causou" impacto para pretê, mas tem todo potencial para trepê. Tá de olho nele? Pretê a trepê.

Máxima sobre pretês e trepês: Um bom pretê, com quem você mantenha uma boa relação, ao deixar de ser pretê, pode se transformar num trepê. Um trepê raramente vira um pretê. Por quê? Não faço a menor idéia, mas vá por mim, JAMAIS TENTE TRANSFORMAR TREPÊ EM PRETÊ. Experiência própria!

Alguma dúvida?



MelissaG | 18:36 |
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Quarta-feira, Julho 16, 2008


*por motivos de força maior [crise existencial],
temporariamente interrompemos o Especial Proibidão.



[tipinhos típicos]
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As voltas que a vida dá. Algumas vezes a gente roda, roda, roda... E acaba no mesmo lugar. Repararam?

O excesso de trabalho tem me feito muito bem, obrigada! Meus dias têm passado tão rápido que quase não tenho tempo para sair, malhar, encontrar os amigos... Quase! Porque sempre se pode dar um jeitinho, né?

Entre um “jeitinho” e outro, encontrei um novo pretê-a-trepê. E isso tem me feito um bem danado.

Eu, que de uns meses para cá, venho tentando, finalmente, me tornar mulherzinha - malhando com freqüência, pintando as unhas semanalmente, investindo pesado em maquiagens, produtos de beleza, perfumes e lingeries - fiquei mais motivada ainda. Esse clima de “flerte” me fez abandonar as calças que já estavam bem largas, pentear os cabelos ao invés de andar pra cima e pra baixo com um coque desgrenhado... E a cara pálida deu lugar ao rosto maquiado, e as sandálias rasteiras abriram espaço para os saltos altos e elegantes. Uma alegria!

Outro dia virei para uma amiga e mostrei o dito-cujo. Um cara mais velho, inteligente, educado, gentil... Totalmente diferente dos “de antigamente”.

Sábias, identificamos três detalhes que tinham me passado despercebidos... Ela notou o tamanho da mão [ui!] e a cara de jiu-jiteiro que ele tem. E eu percebi que, definitivamente, eu sou o ser humano mais previsível da face da terra.

Como assim, gente? Por que será que, mesmo inconscientemente, sempre acabo atraindo [e atraída por] os mesmos tipinhos típicos?

Jesus, apaga a luz!



MelissaG | 01:09 |
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Domingo, Julho 13, 2008


[se normal é bom, imagina à cabidela...]

Aproveitando o terceiro fim de semana consecutivo balada-zero, hoje por total abandono [aquela bem dramática], de bobeira, tomando uma cerveja que estava perdida na geladeira, fumando meu cigarrinho e curtindo Macy Gray, David Cook e Amy Winehouse, encontrei a oportunidade perfeita para colocar o “Proibidão” em dia.

Tema do dia: Sexo durante a menstruação.





[PROIBIDÃO V: ESSE BODE NÃO TEM RABO?]


Era um domingo de manhã. Ainda sonolenta, de olhos fechados, tateei o chão em busca do celular. Tentei imaginar quem era o filho-de-uma-rapariga que ainda não tinha tomado conhecimento do meu péssimo humor nas primeiras horas da manhã. Abri os olhos, com os cílios cobertos de rímel ainda da noite anterior, com dificuldade. Com os olhos arregalados e um sorriso incomum àquela hora, disparei um “Alô” hiper-ultra-mega-power-serelepe. Era ele. O ex-trepê resolveu dar às caras. Só a ligação dele justificava aquele bom humor às onze horas da manhã de um domingo. O que veio em seguida foi mais ou menos assim...

- Acorda pra cuspir!
- E aí sumido, tudo bem?
- Tá sozinha?
- Não sei, por quê? [bobinha!!!]
- Adivinha?
- Acho que minha mãe foi pro sítio. Pera! Vou ver...


Levantei e botei a cabeça para fora do quarto... Nenhum sinal de vida. Abri a porta do quarto da minha mãe e necas... Fui até a sala e abri a janela que dá visão para garagem. Nem carro e nem Magrela.

- Tem ninguém não, tô só!
- Vou tomar banho e daqui uma hora chego aí.
- Ok! [tentando parecer blasé]
- Beijo.


Quando ia retribuir o beijo... Senti algo escorrer... Tudo bem que ele tem o poder de me deixar, digamos, lubrificada. Mas tão rápido? Corri para o banheiro e lá estava ela. Maldita! Justo agora? Devo ter grudado chiclete na cruz...

E agora, quem poderá me defender?


HE SAID... [por Oyama Neto]

Me animei... Mais “Proibidão”. Depois de falar sobre cu, que tal falar sobre o sexo durante a menstruação?

A maioria das mulheres nunca fez e a maioria dos homens também.

E por que nunca fizeram?

O principal motivo alegado é que acham nojento... Mas não vale tudo entre quatro paredes? Vale, mas esse “tudo” não pode criar desconforto. Devemos fazer tudo o que os dois (ou mais, sei lá!) queremos.

Ahhh, vocês nunca fizeram? Pois façam!

É uma delícia! Principalmente para vocês mulheres. Vocês já perceberam que após a menstruação vocês ficam “subindo pelas paredes”? Vocês acham que esse efeito é um prêmio por agüentar o período entre TPM e menstruação? Não é. Bom, quem quiser encarar assim, que encare... Mas essa grande excitação tem início durante a menstruação, quando vocês ficam muito mais sensíveis, logo, o sexo fica muito bom.

Perguntei a três amigas o que acham do sexo durante esse período... As três fizeram cara de nojo, mas nunca experimentaram...

Claro que não dá pra fazer durante o período de maior fluxo (até dá), mas quando diminui é bem tranqüilo.

Devem-se tomar só os cuidados de não fazer na cama (motivos óbvios), a não ser que você esteja num motel e não se importe de sujar tudo. Meu conselho é a posição que recentemente passei a chamar de “de quatro em pé”. Use a imaginação, mas não para deixe de experimentar.

Garanto, você vai gostar...


SHE SAID [por Chrys Braga]

Já ouvi algumas mulheres, poucas, dizendo que gostam de sexo durante o período menstrual. Dizem que realmente ficam mais sensíveis e muito excitadas. Como disse o Oyama, subindo pelas paredes.

É claro que “vareia” [como diz o “cabôco”] de mulher para mulher, mas a maioria das que conheço, durante os primeiros dias “daqueles dias”, sente muitas dores nos seios e na perna. E cólica. Umas mais, outras menos. Mas raras e abençoadas aquelas que não padecem desse mal durante a menstruação. Agora me digam, com todos esses sintomas, como a cidadã vai relaxar e gozar?

Eu, que não sou boba, aproveito esses dias para dar um “tratamento VIP” ao parceiro, sem chegar ao “finalmente”. Uma espécie de sexo tântrico forçado pelas circunstâncias. Beijo, massagem, carinho, mão naquilo, aquilo na mão... E um boquete bem caprichado para não deixar o pobre na mão [literalmente].


Ah, o fim da historinha você vai saber agora...

- Oi!
- Já tá vindo?
- Tô saindo de casa.
- Sabe o que é... Fiquei menstruada...
- E?
- Menstruada. Fiquei menstruada.
- E ESSE BODE NÃO TEM RABO?
- NÃO ROLA!
- [risos]
- Semana que vem te ligo.
- Tá. Beijo.
- Outro.


Arrasada, com o coração partido, sangrando [auhauhau...], desligo o telefone.

Sem traumas, amanhã, se der, eu ligo. Rá!

[the end!]



MelissaG | 03:10 |
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Domingo, Julho 06, 2008


[pró-anal]


Bem amigos, voltamos agora em definitivo...
Mil perdões a todos que ficaram esperando o novo "capítulo" da série Proibidão.
Como eu falei no post anterior, fui muito "parcial" no texto sobre sexo anal. E pedi que alguém escrevesse a versão a favor da "modalidade".
Ontem, depois de uma semana, fui checar meu e-mail, e estava lá, perdido no Lixo Eletrônico, uma mensagem de uma moça chamada Lúcia Regina [?], questionando exatamente a falta de parcialidade no meu texto. Respondi sugerindo que ela escrevesse sua opinião.
Acabei de receber a resposta. Em anexo, um arquivo chamado "o meu também tem.doc". O conteúdo vocês conferem agora!





[PROIBIDÃO IV: O MEU TAMBÉM TEM DONO... EU!]


Depois de ler o blog, mandei e-mail para autora e expressei a minha indignação. Será que ninguém vai defender o “pobre” do sexo anal? Daí ela respondeu, “estou precisando de dois textos de ‘defesa’, escreve pra mim?!”. Nossa! Eu? Escrever? Odeio escrever! Caracas, não vou saber nem por onde começar. Daí fiquei pensando... Acho melhor contar a minha experiência e ver no que dá.

*mini flashback*

Então vamos partir do começo. Não fui daquelas garotas que têm a sorte de ter um relacionamento aberto com a mãe e que podem discutir tudo com ela, que dirá sobre sexo! Então mesmo antes de ter as minhas experiências sexuais eu procurava as informações em revistas, com amigas e etc. Confesso que já era curiosa desde a época... Long, long, time ago! (risos)

Com meu primeiro namorado foi tudo muito novidade e tal, mas logo a novidade passou e fiquei pensando... Será que algum dia ele vai me pedir o cu? Sim, eu já tinha vontade de dar o cu nessa época, ou ao menos a curiosidade. Mas isso não ocorreu. Passaram-se alguns anos e nada de nenhum namorado me pedir o tal do cu (acho que realmente os homens não devem gostar muito porque eu demorei pra dar o negócio! Ahahah).

Até que um dia eu conheço esse namorado (sem citar nomes, claro!). O sexo era ótimo, me sentia super à vontade com ele, mas faltava alguma coisa. Daí uma bela noite ele fala assim: “me dá seu cuzinho!”. Eu pensei “FINALMENTE!”. Que alegria! Então fomos tentar... Um fiasco. Até perguntei se ele tinha certeza que tinha feito aquilo antes. Porra, o cara nem se quer pegou um gelzinho, veio dizendo que bastava cuspe! Vai se foder! Doeu pra cacete! Nunca mais quis saber do tal do anal.

E o tempo passou...

Passada essa tragédia em minha vida, conheci meu atual marido, e desde o começo ele manifestou que era doido por cu - putaquepariu! - pro meu terror! Já tinha dito que nem pensar, e ele veio com um papo de sacana dizendo que no começo dói e é gostoso e depois fica só gostoso. Porra nenhuma! Não queria nem saber.

Até que em uma noite muito inspirada, o sexo maravilhoso e o tesão rolando solto, eu abri a guarda... Literalmente! Ahahahah... Rolou muito sexo oral antes, alguns dedinhos para amaciar o local a ser explorado e muito, mas muito mesmo, KY. E ali naquela noite, no frango assado, ele tirou a minha virgindade (pelo menos ele não pode mais se separar de mim alegando que eu não era virgem... Ahahaha...). Não vou dizer que foi maravilhoso, mas foi como ele mesmo disse: dói, mas depois fica gostoso! Nas vezes seguintes, ficou só gostoso. E muito gostoso!

*fim do mini flashback*

Vejam bem, não estou aqui dizendo para as mulheres saírem dando o cu feito loucas por aí, até porque nem eu dou todas às vezes que transo com meu marido. Tenho que estar a fim, relaxada, pra coisa fluir... Cada casal, no final das contas, tem seu ritual, sua forma de fazer. E a intimidade e confiança no parceiro são fundamentais. Mas vai ter sempre gente que não vai conseguir de jeito nenhum e o parceiro tem que respeitar!

A VOZ DA EXPERIÊNCIA: DICAS

Se você estiver a fim de fazer, não adianta se preparar tanto, vai acontecer quando você estiver bem relaxada e na hora que você menos esperar. Você deve estar pensando: “mas e a tal da ducha, chuveirinho e tal?”. Nem sempre dá pra fazer isso, daí você me pergunta, “e se der merda?”. Sim, às vezes dá, mas o que você queria que saísse? Ouro? Fala sério! Por isso que tem que ser feito com alguém que você já tenha intimidade (ou não! Ahahaha...), mas isso pode deixar a situação “menos ruim”.

Brinquedinhos são sempre bem vindos, apesar de eu preferir os dedos. De preferência os meus dedos. Eu gosto de estar no controle.

KY sempre e em grande quantidade, mas posso falar que - dependendo do tesão - às vezes nem precisa tanto, principalmente se seu parceiro já tiver feito você gozar. Aliás, isso é ótimo! Meninos, se quiserem tentar essa é a melhor hora, pois estamos super relaxadas.

Quanto às posições, a que você se sentir mais confortável é a melhor, hoje eu prefiro começar sentada em cima do parceiro. Claro que depois de uma prévia “amaciada” no local. Nessa posição eu tenho o controle e conduzo a situação. Siiiiiim, porque tem uns afobados que querem colocar tudo de uma vez como se fosse “a-casa-da-mãe-joana”! Porra, assim dói até pra quem já ta acostumada a dar o cu! Em cima dele você vai colocando aos pouquinhos e relaxando... Depois que já tiver tudo relaxado, dá pra fazer em qualquer posição!!

Daí e só relaxar e gozar. Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiimmm, você goza pelo cu e é maravilhoso!

Boa sorte a todas que decidirem se aventurar! E paciência aos parceiros, afinal... Água mole em pedra dura...


UM VÍDEO EDUCATIVO: AI QUE SUSTO!





O vídeo inteiro, com todas as dicas e com melhor qualidade de imagem, você encontra AQUI.

NOTA DO EDITOR: Já estou preparando o próximo, amanhã publicarei SEM FALTA!



MelissaG | 13:06 |
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Terça-feira, Julho 01, 2008


[cadê?]


Dias corridos...
Mais tarde prometo que sairá texto novinho da série "Proibidão".
Ah, fui alertada - e concordo! - que fui muito "parcial" no texto sobre sexo anal por ter publicado três textos com a mesma opinião.
Alguém se habilita a escrever a versão pró-sexo anal?


See you later!



MelissaG | 07:02 |
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Sábado, Junho 28, 2008


[PROIBIDÃO III: O MEU TEM DONO SIM!]

Nunca na história desse país” eu vou dar o cu de novo. Quer dizer... Nunca diga nunca, mas só neste parágrafo já disse três vezes, então... Nunca se sabe...

Acontece que sexo anal, pelo menos no meu “anal”, é super desconfortável. Desconfortável o cacete. Dói pra porra, “mermão”. Nem clorofórmio dá jeito. Ops, há controvérsias... Não tentem isso em casa, crianças!

Além disso, se já é constrangedor aquele ar que sai da vagina durante o sexo, imagina só a vergonha quando o cu “ventila”. Pode traumatizar uma pessoa, gente!!

Como eu não sou, e não conheço, nenhuma “expert” no assunto, vou colocar algumas dicas aqui, todas tiradas do Google-nosso-de-cada-dia. Quem quiser arriscar, é só botar o seu na reta...

1) Chuveirinho – o seu melhor amigo: esta talvez seja a mais importante de todas as dicas, porque vai deixar você livre do desconforto ou da possibilidade fantasiosa de estragar tudo com alguma sujeira indesejada. Encaixe o chuveirinho diretamente no ânus, fazendo com que a água literalmente “entre”. Ela sairá – fique tranqüila. Repita duas ou três vezes. A sensação é um pouco desconfortável no começo, mas te deixará extremamente confortável durante as penetrações.

2) Lubrificantes – muita quantidade, por favor! O velho e bom KY sempre resolve, mas existem os vendidos em casas de produtos médicos que servem para fazer ultra-som. Em minha opinião, são os melhores: duram mais tempo, não têm cheiro ou gosto.

3) Paciência – você precisa ir devagar. Algumas mulheres têm dificuldade na prática, pois tem uma sensibilidade maior do que o comum. Você ou o seu parceiro devem começar com os dedos. Com muito gel e um de cada vez. Quando for extremamente confortável colocar dois ou três, você já está pronto para começar a usar o “instrumento” de verdade. Não precisa fazer tudo no mesmo dia. Será até interessante se vocês se testarem e se conhecerem antes de ter um excelente sexo anal. Este dia será memorável!

4) Melhores posições – toda a diferença. O mais importante é que o seu parceiro fique na mesma altura que você, de frente ou de costas. A minha preferida é em cima da mesa, de barriga pra cima, olhando pra ele. Mas vale de conchinha, de quatro ou com você sentando em cima dele. O mais importante é que não seja desconfortável e doído para você. Se doer, não será bom e você poderá desistir do assunto.

5) Acessórios – teste novas formas. Existem alguns acessórios específicos para o sexo anal. Dois dos meus preferidos: plug anal e bolinhas anais. Podem ser utilizadas antes, durante ou após a penetração e também fazem um sucesso incrível durante a utilização da sua vagina.

*Dicas tiradas do site Papo Calcinha.



Para dar um “plus” ao tema de hoje, nova “editoria”, HE SAID/SHE SAID, com a opinião de um homem e de uma mulher sobre o mesmo tema. No caso de hoje, sexo anal.




HE SAID... [por Oyama Neto]


Bom... Vamos lá! Quanta honra!

Atendendo ao pedido da Chrys, resolvi escrever para a série “Proibidão” sobre algo que sei que muitas de vocês não gostam... Sexo anal. Vocês vão pensar: “lá vem mais um que adora comer cu”... engano.

Respeito quem goste, mas não sou fã. Nem posso dizer que nunca fiz, claro que já... Muitas de vocês gostam, apesar de dizer que não. Sei que a maioria não curte. Mesmo não gostando, já fiz alguns “sacrifícios” e confirmo... Não vejo graça.

Tenho uma teoria... Quem gosta de anal é viado. Cu é igual em homens e mulheres, logo, quem gosta não precisa fazer distinção... É só fechar o olho e enfiar. A área de lazer tão próxima é tão mais interessante... Por que se aventurar naquele buraco sujo?

Mas... Gosto é como cu. Cada um tem o seu... E como é seu... Quem quiser dar, que dê.


SHE SAID... [por Renata Spener]


Tarde da noite... Sexta-feira. Ela chega de uma reunião interminável da empresa onde está pensando, seriamente, muito seriamente, em pedir as contas. O pé dói do salto alto, a barriga ronca de fome, a pilha de roupas só cresce e a louça da noite anterior ainda está na pia. Ela, pacientemente, inicia os trabalhos domésticos, quando seu marido começa a acariciar suas costas... Hum... Ela pensa que depois do dia de inferno, nada melhor que fazer um amor gostoso!

- Deixa essa louça, vamos pra cama...
- Ufa... É pra ontem, meu amor...
- Desculpa se não lavei a louça antes – fala ele entre beijos molhados nas costas e nos seios, afastando um pouco o decote da blusa dela.
- Depois você me ajuda e a gente termina bem rapidinho...

E a cena que se segue é a melhor possível... No chuveiro, na cama, na bancada do banheiro. Suspiros, palavras soltas, arranhões... Cheiros, puxões de cabelo, sexo oral...

E no meio disso... Fala ele, com a voz mais doce, mais sexy impossível: “Amor, me dá teu cuzinho?

...

Se depois dessa, você, mulher, simplesmente desconectou do clima da história, posso te garantir que pertences ao grupo daquelas que não suportam sexo anal.

O ânus já desperta aversão por ser uma região ligada ao ato da defecação. No senso comum, é de onde a merda sai. E merda nenhuma é legal. Pra nós, mulheres que gostam de sexo, o sexo anal traz impregnado uma série de implicações.

Se o outro buraco é tão mais prazeroso pra gente que a segunda opção, porque eles insistem em querer, como bem falou a visão masculina do lance, enfiar?

Vamos então pra parte prática e ilustrativa!

Se você é uma das mulheres (sortudas) que vai regularmente ao banheiro fazer o número dois, então sabe que o buraco é pequeno, mas suficiente pra sair o material que o nosso corpo já processou. Por que, pela graça de todos os santos, querer enfiar em um buraco repleto de vasos e músculos, um pepino, uma banana ou tubos tigre? Siiim, dóóóóóóiiiiii!!! Não, não é prazeroso!!!!!!!!!!!!!

Se tem quem goste? Bom, segundo uma amiga, ela só goza com o sexo anal. Eu falo por mim e digo que cada doido com a sua mania.

Meninos, pensem beeem antes de pedir pra namorada, ficante, esposa, enrolada, uma sessão de sexo anal... Existem coisas beeem mais interessantes pra se fazer! Garanto!



MelissaG | 01:00 |
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